terça-feira, 27 de outubro de 2009

Mais qualificação profissional

MTur, 22 de outubro de 2009
Um legado para a qualificação profissional do turismo

Para o MTur, a Copa de 2014 será uma oportunidade para a construção de uma política efetiva de capacitação

“Deixar de fato uma política de qualificação para o turismo. Um programa que tenha resultado efetivo na ponta”, essas são palavras da diretora do Departamento de Qualificação, Certificação e Produção Associada ao Turismo do MTur, Regina Cavalcante, durante apresentação sobre a Copa de 2014, no 54° Reunião Fórum Nacional dos Secretários e Dirigentes Estaduais de Turismo (Fornatur), na última quarta-feira (21), durante a Abav 2009, no Riocentro (RJ).

Cavalcante ressaltou que a meta do Ministério do Turismo (MTur) é qualificar. Por meio do Bem Receber Copa, 306 mil profissionais do setor serão atendidos até 2013, incluindo gerência e trabalhadores da ponta, que têm contato direto com o turista.

“Não só os trabalhadores, mas os gerentes também devem ser qualificados para terem segurança na hora de contratar um profissional capacitado”, ressaltou. Hoje, o setor de turismo emprega 7,2 milhões de profissionais.

O programa Bem Receber Copa capacitará profissionais dos segmentos de alimentação fora do lar, transportes, receptivo local, meios de hospedagem, entretenimento, negócios e eventos e turista seguro - guarda estadual e municipal de turismo.

Além do Olá, Turista!, programa de qualificação em idiomas em parceria com a Fundação Roberto Marinho, presente, a partir de 2010, em treze cidades do Rio de Janeiro, Amazonas e Bahia, e agora também em Fortaleza, no Recife e em São Paulo, o MTur planeja, segundo Cavalcante, aumentar a participação do setor no mercado formal e estimular o registro dos profissionais no Cadastro de Prestadores de Serviços Turísticos do MTur (Cadastur) para que eles possam ter acesso aos projetos de qualificação do MTur.

sexta-feira, 16 de outubro de 2009

Classificação Brasileira de Ocupações - CBO


Instituído deste de 1982 em sua primeira edição, atualizado em 1994 e novamente em 2002, a Classificação Brasileira de Ocupações (CBO) publicação do Ministério do Trabalho e Emprego (MTE), traz a identificação das ocupações no mercado de trabalho já cadastradas pelo Ministério.

Esta última atualização de 2002, visou a utilização de uma nova metodologia de classificação e fez a revisão e atualização completas de seu conteúdo. 

De acordo com MTE, a CBO é o documento que reconhece, nomeia e codifica os títulos e descreve as características das ocupações do mercado de trabalho brasileiro. Sua atualização e modernização se devem às profundas mudanças ocorridas no cenário cultural, econômico e social do País nos últimos anos, implicando alterações estruturais no mercado de trabalho.

A nova versão contém as ocupações do mercado brasileiro, organizadas e descritas por famílias. Cada família constitui um conjunto de ocupações similares correspondente a um domínio de trabalho mais amplo que aquele da ocupação.

O banco de dados do novo documento está à disposição da população também em CD e para consulta pela internet.(confira aqui o site)

Nesta publicação, pode-se conferir também todas as ocupações cadastradas relacionadas ao Turismo e Hotelaria. Basta fazer uma pesquisa com as palavras turismo, lazer, hotelaria ou uma outra referente a seu desejo e ver quais as ocupações existentes.

Lá é possivel ter conhecimento sobre as descrições e condições de trabalho, as atividades de cada ocupação, as formações e expiêrencias necessárias, entre outras. 

Vale a pena conferir.

quinta-feira, 15 de outubro de 2009

Comunidade do Turismo Rural


Ministério do Turismo (MTur) e Ministério do Desenvolvimento Agrário (MDA) assinaram (07 de outubro) acordo de cooperação técnica para o desevolvimento do Turismo Rural e lançaram a Rede Nacional de Turismo Rural, um fórum nacional virtual com intuito de promover a troca de informações e experiências e de fortalecimento das relações e parcerias entre os diversos participantes do segmento.

Além desta comunidade, há também outros objetivos nesta parceria, que de acordo com  MTur e MDA são:

Geração de renda para os agricultores familiares e a agregação de valor à oferta turística;
Fortalecimento dos segmentos de turismo rural e ecoturismo;
Ampliação do acesso ao crédito rural para o turismo por meio do Programa Nacional de Fortalecimento da Agricultura Familiar – PRONAF;
Comercialização de produtos da agricultura familiar aos equipamentos turísticos, especialmente os de hospedagem e alimentação;
Promoção e realização conjunta de eventos de interesse mútuo e
Integração entre instâncias governamentais e não-governamentais dos setores do turismo e da agricultura familiar.

O acordo, firmado por meio das coordenadorias de Segmentação e de Produção Associada (MTur) e de Turismo e Artesanato (MDA), vigorará até o dia 31 de dezembro de 2011, podendo ser prorrogado. Na sequência, um comitê gestor será constituído, composto por representantes dos dois ministérios, para elaborar um plano de ação que norteará as ações desenvolvidas em conjunto. (Mtur - 07/10)

Confira mais a respeito:

 Cadastro na Rede Nacional de Turismo Rural já está disponível

Usuários poderão participar de fóruns, chats, web conferências e inserir conteúdos

Agricultores, donos de hotéis-fazenda, operadores de turismo e agências de viagem já podem participar da Rede Nacional de Turismo Rural, um grande fórum nacional para a troca de informações e o fortalecimento das relações e parcerias entre os envolvidos com o segmento. A Rede foi lançada ontem (07) durante a VI Feira Nacional da Agricultura Familiar e Reforma Agrária, na Marina da Glória (RJ).

A solenidade teve a participação do Secretário Nacional de Políticas de Turismo, Airton Pereira, e do ministro do Desenvolvimento Agrário, Guilherme Cassel. O secretário do MTur explica que a articulação do segmento era um pedido antigo dos seus representantes. “Essa articulação é fundamental para que se possa ampliar a quantidade de recursos humanos, materiais ou tecnológicos disponíveis para o desenvolvimento das ações no turismo rural. É necessária para que os empresários, bem como o setor público, possam compartilhar experiências de sucesso ou de fracasso”, destaca Pereira.

Além dos debates on-line, o MTur e o MDA promoverão encontros presenciais e virtuais entre os membros do fórum, a fim de fomentar a estruturação da rede. Qualquer pessoa que se interesse pelos temas do Turismo Rural pode se cadastrar aqui. O registro é gratuito, basta ter uma conta de e-mail para a criação do login. Feito isso, o usuário está pronto para navegar na rede.

A página está inserida nas comunidades do Portal da Cidadania, do MDA, que funciona como uma rede social, onde o usuário cria o seu perfil e pode participar de reuniões on-line ou de web conferências. Também é possível incluir documentos, vídeos, notícias e outras informações relacionadas. Além disso, os participantes podem comentar temas em destaque no fórum de debates. A primeira pergunta é: Quais seriam as ações necessárias para alavancarmos o Turismo Rural no Brasil?

A Rede Nacional de Turismo Rural pertencerá aos participantes, sendo o Governo Federal o fomentador inicial, a fim de que sejam respeitados os princípios da autonomia e horizontalidade, essenciais a qualquer rede.

O segmento

O Turismo Rural é compreendido pelo Ministério do Turismo como o conjunto das atividades turísticas desenvolvidas no meio rural, comprometidas com a produção agropecuária, agregando valor a produtos e serviços, resgatando e promovendo o patrimônio cultural e natural da comunidade.

Para o MTur, o meio rural pode ser bem aproveitado para o turismo. Não só as propriedades, como também os atrativos e produtos existentes no campo podem ser uma opção para os turistas e uma oportunidade para os que nele vivem.

 Mtur notícias - 08 de outrubro de 2009

quarta-feira, 14 de outubro de 2009

Planejamento estratégico

O que é o Planejamento Estratégico?

No confessionário, chega o pequenino (mas velho conhecido) Joãozinho e confessa:

- Padre, eu pequei. Fui seduzido por uma mulher casada que se diz séria.
- És tu, Joãozinho?

- Sou, Sr. Padre, sou eu.
- E com quem estivestes tu?

- Padre, eu já disse o meu pecado... Ela que confesse o dela.
- Olha, mais cedo ou mais tarde eu vou saber, assim é melhor que me digas agora!... Foi a Isabel Fonseca?

- Os meus lábios estão selados, disse Joãozinho.
- A Maria Gomes?

- Por mim, jamais o saberá...
- Ah! A Maria José?

- Não direi nunca!!!
- A Rosa do Carmo?

- Padre, não insista!!!
- Então foi a Catarina da pastelaria, não?

- Padre, isto não faz sentido.
O Padre rói as unhas desesperado e diz-lhe então:
- És um cabeça dura, Joãozinho, mas no fundo do coração admiro a tua reserva.
Vai rezar vinte Pais-Nossos e dez Ave-Marias... Vai com Deus, meu filho...

Joãozinho sai do confessionário e vai para os bancos da igreja.
O seu amigo Maneco desliza para junto dele e sussurra-lhe:
- E então? Conseguiste a Lista?
- Consegui. Tenho cinco nomes de mulheres casadas que dão baldas.

O Planejamento... COMEÇA COM A ANÁLISE DO MERCADO.

eheheh... achei isso no blog O mundo de Gestão de Recursos Humanos.

Estudar na Suíça

O artigo abaixo é datado de 30 maio de 2008, de autoria de Heloísa Broggiato e  foi publicado pela Swissinfo. O site Mundo Hoteleiro regastou o texto e o publicou em 14 de setembro de 09 com algumas complementações.

Para quem estiver interessado em estudar Turismo e Hotelaria em escolas Suiças, segue uma pequena apresentação que lhe proporcionará ótimos conhecimentos para está empreitada.

Escolas Hoteleiras Suíças oferecem educação de alto nível em hotelaria

O desenvolvimento e a crescente profissionalização da indústria hoteleira nos últimos anos passou a exigir alta qualidade na formação dos jovens profissionais que pretendem atuar na área.

A demanda por profissionais vem de várias partes do mundo, mas são os egressos de escolas suíças que gozam de melhor reputação no mercado.

As possibilidades de estudos em hotelaria são oferecidas em vários níveis: diploma, bacharelado e pós-graduação (master). A oferta de cursos varia de escola para escola e a opção por cada um deles depende do tempo e do dinheiro que cada estudante quer (e pode) investir na formação. E claro, das ambições de cada um. Porém, nem todas as escolas oferecem cursos em todos os níveis.

Os bacharelados normalmente atraem candidatos que estão iniciando os estudos universitários e estão dispostos a estudar entre três e quatro anos para obter o título. Os cursos que dão aos alunos os "diplomas" são dirigidos a quem já tem alguma experiência no setor e pretende trabalhar no ramo, de maneira independente.

"Os programas de bacharelados são mais caros, mas oferecem boas possibilidades futuras aos alunos" explica Fabienne Rollandin, responsável de marketing da Glion Institute for Higher Education, em Clarens, na região de Montreux, no cantão de Vaud. "Os diplomas custam menos e servem para quem quer entrar no mercado de trabalho mais rápido, ou ainda não reúne os requisitos para fazer um bacharelado", completa. Normalmente a duração do curso fica entre um ano e meio e dois anos, incluindo os períodos de estágios.

Mente aberta
 
Os programas de “master” duram de um a dois anos e são destinados a quem já tem diploma universitário, mas quer mudar o rumo da carreira ou galgar cargos mais altos. “É comum a presença de profissionais com experiências anteriores variadas na área de hotelaria”, diz Rollandin. “Ter mente aberta é uma vantagem nesse ramo”, explica.

A prática de outros ofícios pode fazer com que o aluno aproveite melhor o curso, segundo o brasileiro Luiz Toffanin, de 35 anos, que concluiu a pós-graduação em Glion, no ano passado. Depois de formar-se em agronomia, no Brasil, trabalhou cinco anos na área de horticultura e decidiu mudar de ramo. Arrumou as malas e mudou-se para o país helvético.

“A Suíça tem as melhores escolas de hotelaria do mundo”, conta. Ele agora se prepara para assinar o contrato do novo emprego como “maître” de hotel. “Acredito que é possível conseguir cargos de boa remuneração na profissão”, afirma.

Mercado de trabalho

Muitas vezes a conclusão de um programa dá condições ao estudante de entrar diretamente no mercado de trabalho ou optar para mais uma etapa acadêmica, seja na área de gestão hoteleira ou em áreas afins, como marketing ou administração de empresas, por exemplo. A estudante portuguesa Sandra Alves Pinto, 21 anos, já tinha um diploma da escola de Comércio quando decidiu matricular-se em um dos programas da École Hôtelière Lausanne.

“Optei pelo programa de gestão de hotéis e restaurantes e faço um estágio num centro de congressos”, conta. Ela faz planos para o futuro. “Gostaria de trabalhar em algum país da América Central ou do Sul, na área de marketing”, explica.

A vantagem do ramo de hotelaria é a amplitude do mercado. Há oportunidades no mundo inteiro. Por isso, o contacto ainda na escola, com estudantes de diversos países, é fundamental. “É importante aprender a respeitar as diferenças”, afirma Luiz Toffanin. Para a obtenção dos certificados nos diversos programas na área de hotelaria é necessário realizar estágios, na sua maioria, remunerados. As escolas costumam fazer a ponte entre as empresas interessadas na mão-de-obra e os estudantes. As ofertas de estágios e de empregos para alunos formados também são oferecidas pelas escolas ou por intermédio delas, em várias partes do mundo.

Perfil

A formação no campo da hotelaria não apresenta apenas ofertas académicas. As habilidades sociais são fundamentais para que o jovem profissional seja capaz de trabalhar em equipa, prezar a qualidade dos serviços, o trato interpessoal e resolver problemas ligados à gestão hoteleira e afins, num ambiente multicultural. Importante também são os idiomas. Os cursos são ministrados em francês ou inglês, mas é desejável que o profissional da área de hotelaria aprenda sempre outros idiomas, já que as oportunidades de trabalho e os clientes estão distribuídos em todas as partes do planeta.

A estudante portuguesa, de 22 anos, Mónica Gomes faz um bacharelato em gestão hoteleira na École Hôtelière Lausanne e conta que teve que trabalhar muito para atender às exigências da escola e acostumar-se à cultura suíça. “Aqui é tudo como deve ser”, diz. “Além disso, o clima é frio, os horários são rígidos e há regras para tudo.”, completa. Depois de três anos em Lausanne e um período na Malásia para um estágio ela acredita ter se adaptado aos novos ambientes.

Ela divide a residência com outras estudantes suíças e já passou por experiências práticas que fazem parte do curso de hotelaria como lavar louça e servir no restaurante. “O curso também inclui o ensino de contabilidade, estatística, finanças e administração”, completa.

Ao optar por um curso de hotelaria os estudantes devem estar preparados para encarar horas em pé na cozinha preparando refeições, servindo, ou ainda períodos na lavandaria da escola, organização de quartos para entender como funciona a parte operacional do sector, antes de passar a estudar temas teóricos, ligados à administração. “Um profissional só pode ser um bom gerente se conhece bem a cadeia de processos que envolvem o trabalho na área de hotelaria”, explica Fabienne Rollandin.

Inscrições

Depois de examinar a oferta de cursos de cada escola, normalmente é possível obter os formulários de inscrição via internet. Para os cursos ministrados em inglês a média exigida pelas escolas fica entre 500 e 550 no exame Toefl, dependendo do nível do curso, e 6, no Ielts.

O domínio de outros idiomas é desejável, sobretudo os oficiais da suíça (francês, alemão ou italiano). As escolas recebem os documentos exigidos e avaliam a motivação do aluno. Os requisitos básicos são verificados por meio do histórico escolar e provas de idiomas. Assim que o candidato é aceite na instituição é necessário iniciar os trâmites de visto, nas representações consulares do país onde reside o aluno, segundo orientação da escola.

Preço

O preço dos cursos na área de hotelaria na Suíça varia de acordo com a instituição e com a duração do curso. Porém, estima-se que para um programa do nível de bacharelato, o aluno deve desembolsar cerca de 30 mil francos (US$ 29 mil) por semestre, segundo Fabienne Rollandin, da Glion. Esse valor inclui as taxas escolares, acomodação, alimentação, livros, uniforme, e seguros necessários. “Os períodos de estágio costumam ser remunerados”, afirma. Para um programa de pós-graduação, o custo é um pouco mais alto. “O curso, de um ano, custou cerca de 50 mil francos suíços (US$ 48 mil)”, estima Luiz Toffanin, pós-graduado pela Glion.

Na École Hôtelière Lausanne, o “master” em gestão hoteleira custa 45,5 mil francos suíços (US$ 44 mil) e tem duração de cerca de um ano. Este valor inclui apenas as taxas escolares. Um diploma em gestão de hotéis e restaurantes sai por 21.075 mil (US$ 20 mil) por ano, na mesma escola, e tem duração de dois anos. As taxas para um ano de curso de bacharelado são de 23,4 mil (US$ 22,6 mil) por ano para alunos estrangeiros e apenas mil (US$ 968), para alunos de nacionalidade suíça.

Bolsas

A política de concessão de bolsas para estudos de hotelaria depende do regulamento de cada escola. A École Hôtelière Lausanne dá bolsas para os alunos estrangeiros, que se destaquem no processo de seleção para cursos de graduação ou pós-graduação (com início em setembro de 2008), desde que comprovem que não têm condição financeira de arcar com o pagamento do curso. O valor da bolsa pode variar, cobrindo apenas o custo das taxas escolares ou os custos totais. Os interessados devem enviar o processo de inscrição completo no prazo indicado pela escola e devem mencionar no dossiê que pretendem pleitear uma bolsa. Mais informações no site da EHL.

Outras escolas como a Glion e Les Roches podem conceder bolsas por mérito. Porém é necessário que o estudante já esteja cursando algum dos programas. Outra possibilidade são as bolsas oferecidas pelo país de origem de cada candidato.

Mais alguma informação

Em 2001 estavam matriculados 4 mil estudantes, dentre eles, 21 portugueses, 96 brasileiros.

A Associação de Escolas de Hotelaria da Suíça (ASEH) também dispõe no seu site, informações detalhadas sobre seus membros e condições dos cursos.

Os membros dessa associação são instituições de ensino de hotelaria conceituadas internacionalmente. Os cursos são oferecidos não só em alemão ou francês, idiomas nacionais, mas também em inglês. 

Lista de escolas de hotelaria na Suíça

The Ecole Hoteliere de Lausanne
Le Chalet-à-Gobet, 1000 Lausanne 25

Tel. +41 21 785 11 11, Fax: +41 21 785 11 21
E-mail: admission@ehl.ch

Schweizerische Hotelfachschule Luzern
Adligenswilerstrasse 22, 6002 Luzern
Tel. 041 - 417 33 33, Fax: 041 - 417 33 34
E-mail: info@shl.ch

Glion Hotel School
1823 Glion s/Montreux; 1630 Bulle en Gruyère; 1854 Leysin
Tel. +41 21 966 35 35 or +41 21 966 35 01,
Fax: +41 21 966 35 09
E-mail: glion@glion.ch

Ecole Hoteliere de Geneve “ES”
Avenue de la Paix 12, 1202 Genève
Tel. 022 - 919 24 24, Fax: 022 - 919 24 28
certifiée ISO 9002
E-mail: info@ehg.ch

“Les Roches”. Swiss Hotel Association School of Hotelmanagement
3975 Bluche
Tel. 027 - 485 96 00, Fax: 027 - 485 96 15
E-mail: admin.roches@roches.vsnet.ch

Belvoirpark Hotelfachschule
Höhere Fachschule HF
Seestrasse 141, 8002 Zürich
Tel. 01 - 286 88 11, Fax: 01 - 286 88 10
E-mail: info@belvoirpark.ch

Hotelfachschule Thun
Mönchstrasse 37, Posffach 113, 3602 Thun
Tel. 033 - 227 77 77, Fax: 033 - 221 62 50
E-mail: info@hfthun.ch

HIM Hotel Institute Montreux
15, avenue des Alpes, 1820 Montreux
Tel. 021 - 966 46 46, Fax: 021 - 966 46 00
E-mail: him@him.ch

Institut Hotelier “Cesar Ritz”
1897 Le Bouveret
Tel. 024 - 482 82 82, Tel. Admissions: 024 - 482 88 88 Fax: 024 - 482 88 99
E-mail: admissions@ritz.edu

HTF Hotel- und Touristikfachschule Chur
Comercialstr. 19, 7000 Chur
Tel. 081 - 257 06 60, Fax: 081 - 257 06 67

IMI - International Hotel Management Institute Switzerland
6047 Kastanienbaum, Switzerland
Tel. 041 - 349 64 00, Fax: 041 -349 64 44
E-mail: imi@imi-luzern.com

SHMS, Swiss Hotel Management School
“Caux-Palace”, 1824 Caux-Montreux
Tel. 021 962 95 55, Fax. 021 962 95 56
E-mail: shms@shms.com

University Center “Cesar Ritz”
Englisch-Gruss-Strasse 43
3900 Brig
Tel.: +41 (0)27 922 04 04 Fax: +41 (0)27 922 04 05
E-mail : admissions@ritz.edu


segunda-feira, 5 de outubro de 2009

Publicações em Turismo de Aventura e Ecoturismo

Observatório do Turismo de Aventura - ABETA - 29/09/09

Programa Aventura Segura lança material técnico de boas práticas em Turismo de Aventura e Ecoturismo.


Um dos objetivos do Programa Aventura Segura é produzir e disseminar material técnico de qualidade para o segmento de Turismo de Aventura e Ecoturismo, haja vista a carência de literatura no país, que aborde o tema empresarial e profissional relacionado à gestão e operação do Turismo de Aventura e Natureza.

Os Manuais de Boas Práticas têm como desafio avançar sobre o conteúdo das Normas, traduzindo para uma linguagem mais simples e indicando as diretrizes para a implementação das mesmas. Além disso, traz referências e informações a partir de uma abordagem de gestão empresarial do negócio Turismo de Aventura e Ecoturismo. Abordam aspectos empresariais, técnicos, de segurança, sociais e ambientais, de acordo com a temática de cada manual. Foram desenvolvidos de acordo com as Normas Técnicas já publicadas pela ABNT, que atualmente somam 24. Os temas das publicações são: Gestão Empresarial, Sistema de Gestão da Segurança, Competências Mínimas do Condutor, Arvorismo, Caminhada e caminhada de longo curso, Canionismo e Cachoeirismo, Escalada, Espeleoturismo, Turismo Fora-de-estrada e Rafting.

Outra importante referência disponibilizada unicamente na versão on line, é a Cartilha Socioambiental. Foi elaborada visando à disseminação de práticas social e ambientalmente responsáveis, para auxiliar as empresas a incorporarem e aprimorarem sua gestão e operação. Apresenta propostas de melhorias e soluções viáveis para os negócios.

Aproveite mais esse benefício do Programa Aventura Segura!

Todos os documentos estão disponíveis para download neste link :
http://www.abeta.com.br/aventura-segura/pgn.asp?id_pg=10&nivel=2&n1id=1.


Ou clicando nos desejados logo abaixo: (arquivos pdf e rar)

Gestão Empresarial

Sistema de Gestão da Segurança

Competências Mínimas do Condutor

Escalada - Manual de Boas Práticas

Rafting - Manual de Boas Práticas

Caminhada e Caminhada de Longo Curso - Manual de boas Práticas (rar)

Gestão Empresarial - Manual de boas Práticas

Arvorismo - Manual de Boas Práticas


Créditos para o turismo

Jornal de Turismo - 05/10/09 às 12:54
Financiamentos para o turismo crescem 61% em 2009

O volume de recursos liberado pelos bancos oficiais para as empresas de turismo em 2009 é 5,9% superior ao registrado em todo o ano passado. O acumulado de janeiro a agosto é de R$ 3,8 bilhões, enquanto que nos doze meses de 2008 foi de R$ 3,6 bilhões.

Comparado com os primeiros oito meses do ano passado, quando as instituições federais liberaram R$ 2,4 bilhões, o aumento neste ano chega a 61%. Os financiamentos são destinados a capital de giro e a investimentos em implantação; reformas; modernização e aquisição de máquinas e equipamentos; entre outros.

A Caixa Econômica Federal ofertou o maior volume de recursos deste ano, cerca de R$ 1, 9 bilhão, seguida de perto pelo Banco do Brasil com R$ 1,7 bilhão. As operações de financiamento realizadas pelo Banco do Nordeste somaram R$ 87,5 milhões e do Banco da Amazônia R$ 38 milhões. O BNDES (Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social) participou com R$ 45 milhões.

De 2003, ano de criação do MTur (Ministério do Turismo), até hoje, os gráficos dos financiamentos para hotéis, pousadas, agências de viagens, bares, restaurantes e outros empreendimentos da cadeia produtiva do turismo apresentam uma curva ascendente. De R$ 1 bilhão, em 2003, passaram para R$ 3,6 bilhões em 2008, evidenciando um crescimento da ordem de 228% no período. O acumulado em seis anos corresponde a R$ 12,8 bilhões.

Para 2009, estima-se que os desembolsos dos bancos públicos federais para o segmento turístico ultrapassem o montante de R$ 5,2 bilhões.

A década do Brasil!

InfoMoney - 05/10/09 - 08:26
Por Flávia Furlan Nunes

Copa e Olimpíadas devem gerar 5,7 milhões de empregos verde-amarelos

Copa do Mundo em 2014. Olimpíadas em 2016. Nos próximos anos, eventos esportivos de grande porte não faltarão aos brasileiros, que poderão reunir amigos e família, assistir ao vivo aos jogos, torcer e, muito mais do que isso, conseguir um bom emprego.

Antes do evento, o Brasil terá de se mexer bastante para poder criar condições de receber atletas e turistas de todo o mundo. Isso exige investimento em infraestrutura e, principalmente, em mão-de-obra capacitada.

Só no caso da Copa do Mundo de 2014, uma pesquisa realizada pela FGV Projetos, a pedido da CBF (Confederação Brasileira de Futebol), revelou que cerca de 3,6 milhões de empregos serão gerados.

Olimpíadas em 2016

Agora, com a decisão tomada nesta sexta-feira (2) pelo COI (Comitê Olímpico Internacional) de escolher o Rio de Janeiro como cidade-sede das Olimpíadas de 2016, mais empregos devem ser gerados.

Uma outra pesquisa realizada pela FIA/USP (Fundação Instituto de Administração da Universidade de São Paulo), a pedido do Ministério dos Esportes, revelou que 120.833 pessoas devem ser contratadas direta e indiretamente ao ano, entre 2009 e 2016, por conta do evento esportivo.

Já no período pós-Olimpíadas, entre 2017 e 2027, serão 130.970 novos brasileiros empregados. E mais da metade dos empregos (53,1%) gerados pelo evento beneficiará pessoas que moram além das fronteiras da cidade do Rio de Janeiro.

Sucesso das festas

Sobre o evento, o ministro do Trabalho e Emprego, Carlos Lupi, disse que, de agora em diante, a qualificação profissional dos cariocas para esta nova realidade é fundamental, para garantir o sucesso dos jogos.

"Uma vez confirmada a vitória do Rio, teremos muito trabalho pela frente. Haverá investimentos pesados em infraestrutura, e os trabalhadores precisarão estar totalmente preparados para que a festa seja um sucesso. Serão gerados, nestes seis anos de preparação, milhões de empregos diretos e indiretos, o que irá acelerar ainda mais a economia nacional".

Setor de Turismo

De acordo com o ministro interino do Turismo, Airton Pereira, ações como a qualificação de mão-de-obra, melhora da infraestrutura e incentivo aos investimentos privados devem ser realizadas para o Brasil "entrar em outro patamar em disputa no mercado turístico".

Ele afirmou que o ministério já está trabalhando na qualificação da mão-de-obra para a Copa do Mundo de 2014, principalmente dos profissionais que terão contato direto com o turista, como taxistas, recepcionistas de hotéis e guardas municipais, por exemplo, que contarão com aulas de inglês e espanhol e aprenderão técnicas de bom atendimento.

"Nós já começamos um trabalho que se chama Alô Turista, investindo nos idiomas de inglês e espanhol, que já no próximo ano tem a meta de atingir 80 mil pessoas e isso vai se somar a ensinamentos de bom atendimento".