segunda-feira, 20 de julho de 2009

Trabalho em cruzeiros

Jornal de Turismo - 20/07/2009
Empresas recrutam tripulantes brasileiros para cruzeiros

Carla Costa

Estão abertas as vagas para o recrutamento de tripulantes para cruzeiros no Brasil. Aproximadamente 3,6 mil vagas, que vão de auxiliar de limpeza a supervisor, estão sendo oferecidas pelas operadoras internacionais. Os salários podem chegar até R$ 4,8 mil e os contratos tem de seis a dez meses de duração incluindo acomodação, alimentação, a possibilidade de conhecer novos lugares e o aprendizado de uma nova carreira.

Apesar dos benefícios o diretor da M/Brazil, Marcelo Toledo, explica que o trabalho em navios é árduo, com cerca de 14 horas diárias, sete dias por semana de expediente, praticamente sem dias de folga. A carga horária pesada e a distância da família fazem com que muitos brasileiros desistam da jornada antes de acabar o contrato.

"Cerca de 50% não terminam o roteiro que varia entre seis e oito meses em alto-mar. Por isso, a companhia acaba tendo que recrutar 50% a mais das vagas do que precisa para poder repor quem desiste no meio do caminho. Há empresas que não aceitam mais brasileiros por isso e preferem contratar nas Filipinas", afirmou Toledo.

Para se candidatar à maioria das vagas é necessário ter mais que 18 anos, ensino fundamental completo, experiência na função, pelo menos inglês básico (conversação), passaporte e não ter antecedentes criminais. As agência não costumam cobrar por inscrição, mas caso seja aceito é preciso fazer um curso básico de segurança marítima que custa de R$ 200 a R$ 600.

As inscrições podem ser feitas pelas empresas Infinity Brazil, com uma carta de referencia, através do site: www.infinitybrazil.com. A M/Brazil está cadastrando no www.tripulantes.com.br. O candidato deve enviar currículo em inglês ou espanhol, fotos de rosto sorrindo, cartas de referência profissional, cópia do passaporte e da ficha de antecedentes criminais e uma carta de motivação destinada a Recrutamento Íbero/MBrazil, Rua 23 de maio, 550 - Bairro Vianelo, Jundiai (SP) - CEP 13207-070.

Na Ship Jobs, os candidatos devem enviar currículo, uma foto 10x15 de corpo inteiro recente e com traje profissional, para os e-mails curriculo@shipjobs.com.br (regiões Sudeste e Centro-Oeste), shipjobs.rec@tservi.com.br (regiões Nordeste e Norte) e portsideagency@uol.com.br (região Sul). Para os cargos na área de entretenimento o contato é cvitae@wme.art.br . Os interessados também podem efetuar o cadastro através da Seamanwork no site www.seamanwork.com ou enviar o curriculum com foto para rh@seamanwork.com.
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sexta-feira, 17 de julho de 2009

Estudo sobre lazer

Lazer

O lazer - "problema" de sociedades em que a boa renda da maioria das pessoas associou-se à diminuição (provocada pela tecnologia) das horas semanais de trabalho - poderia ser definido como o tempo que essas pessoas podem despender livremente em atividades gratificantes. O termo "lazer", hoje mais utilizado do que "recreação", resulta provavelmente da predominância de textos em língua inglesa, sobretudo dos Estados Unidos, onde vários autores descreveram uma classe considerada "ociosa" (leisure class), revelando um fato que chegou a constituir um problema nacional.

Existe forte relação entre trabalho e lazer, relação que alguns autores situam como m
era oposição. A sociedade industrial e o surgimento de economias de mercado confirmaram o aspecto penoso e alienante do trabalho, valorizando, em consequência, o tempo do não-trabalho, o tempo livre ou de lazer, conceituado então como escape e repouso. Tal conceito, porém, é limitado, pois o trabalho não será sempre, necessariamente, penoso e alienante. Segundo o canadense Marshall McLuhan, "enquanto na idade mecânica da fragmentação o lazer era a ausência do trabalho, ou o puro ócio, é inversa a situação na idade da automação. A idade da informação exige o uso simultâneo de todas as nossas faculdades. Assim, descobriremos que estamos no maior lazer quando estivermos mais intensamente envolvidos: um pouco como artistas, em todas essas idades". Também Karl Marx mostrou-se preocupado com o assunto, ao escrever que "o trabalho é a essência do homem, mas o lazer é o território do desenvolvimento humano".

Criatividade e tempo livre


O objetivo do lazer seria a recuperação física e intrapsíquica do homem, bitolado pelas regras do jogo da produção e suportando mal aquelas tensões que são prejudiciais na vida urbana, despertando, por outro lado, sua criatividade. Segundo Joffre Dumazedier, o lazer "é um conjunto de atividades em que o indivíduo, além de repousar e divertir-se, pode, sobretudo, desenvolver sua informação e formação desinteressada, sua participação social voluntária, liberar sua capacidade criadora, desvinculado de suas obrigações profissionais, familiares e sociais". Trata-se portanto de ato gratuito (livre) em sua adesão, destituído de fins deliberadamente lucrativos e desligado das relações de produção. Quando no período de lazer algo é produzido (um quadro por pintor domingueiro, por exemplo, ou um artefato de madeira executado por passatempo), esse evento é casual: o objetivo do lazer está na atividades e não no resultado, por mais que este de prazer ao autor.

Uma função urbana

Aproximando a recreação do lazer, o arquiteto Le Corbusier definiu-a como uma "re-criação" de energias, potencialidades e capacidades criadoras do homem. Essa re-criação seria, segundo a Carta de Atenas (1939), uma das quatro funções de vida urbana (as outras seriam: trabalhar, habitar, circular) e um meio para refazer energias despendidas nas tarefas produtivas, contrabalançando o esgotamento que o homem sofre, especialmente em sua vida urbana: desgaste físico e psicológico causado por tensões, pressão da concorrência, acirramento de invejas, frustrações constantes, compulsão para o consumo, voracidade estimulada, superficialidades dos contatos humanos, etc.

Diversos autores definirão o lazer como tempo livre, pondo ênfase no problema do tédio e preocupação pela ausência de programação para aquelas horas em que o homem não dorme e nem produz. Essas horas tendem a aumentar à medida que uma sociedade se industrializa ou chega ao estágio de pós-industrialização. É curioso notar que alguns países em que a jornada de trabalho tem sido diminuída, como por exemplo na Alemanha e na Suécia, os operários preferem, frequentemente, ocupar-se com uma segunda atividade econômica que aumente a renda familiar, revelando, talvez, ainda não terem inventado formas suficientemente satisfatórias para o exercício das funções recreativas.

Por outro lado, em países subdesenvolvidos é comum o segundo emprego, ocupando chamado "tempo livre" de um chefe de família mal remunerado. Nesses países, biscates e subempregos são necessários para a mera subsistência. Em algumas regiões, a carência de empregos, agravada pelo aumento de população e pela elevada taxa de urbanização, empresta outro sentido à expressão "tempo livre": para um desempregado, todo o tempo é "livre", sem que isso nada tenha a ver com lazer ou recreação.

No tempo e no espaço

Para que haja lazer é necessário disponibilidade de tempo, além das horas dedicadas à produção, ao sono e à alimentação. Esse tempo de lazer pode ser diário, semanal (week end) e de longa duração (férias anuais). O lazer cotidiano é representado sobretudo por leitura, televisão, bate-papo no botequim, pratica desportiva, encontro com amigos, cinema, namoro, etc.; o semanal, por pescaria e campismo ou, em países afluentes e camadas mais ricas, pela casa na praia, no campo ou na montanha, permitindo sempre uma evasão do quadro urbano em que desenrola a vida produtiva e rotineira; e o lazer de longa duração propicia principalmente viagens, inserindo-se nele o vasto capítulo do turismo, que pode ser definido como “lazer itinerante de relativa longa duração”.

Mas a forma de lazer depende, naturalmente, da forma em que se dá o desgaste físico, psicológico, e de hábitos. Para os habitantes de uma aldeia rural na África, por exemplo, o melhor lazer talvez seja o local fechado, com microclima, chamado cinema; para os habitantes de Nova York, será um gramado e o trinar de pássaros. De qualquer modo, parece que a função recuperativa do lazer é mais psicológica do que física. O repouso pode dar-se no sono e, especialmente, no sonho. A distensão psicológica pode ser obtida também através de uma atividade diferente do habitual, uma distração.Um período de mero repouso físico não chega a melhorar automaticamente o desempenho das pessoas nas atividades produtivas: as estatísticas revelam a predominância de acidentes do trabalho às segundas-feiras e logo após as férias.

Nas grandes cidades, a recuperação intrapsíquica proporcionada pelo lazer torna-se essencial para filtrar, compreender, criticar e assimilar ou recusar a enorme quantidade de estímulos sensoriais e intelectuais que o homem recebe constantemente pelos meios de comunicação. O lazer seria, assim, um instrumento para assimilar criticamente a avalancha sensorial e informativa, ajudando a enfrentar uma vida que se caracteriza pela transitoriedade dos valores e das motivações, realizando assim a recuperação, intrapisíquica necessária ao homem que enfrenta constantes mudanças.







As organizações do lazer

É preciso notar que, se por um lado o lazer se caracteriza como uma necessária função urbana, por outro lado não é verdade que toda tensão urbana seja nociva, nem que a única forma de resolver o problema daquelas tensões que são nocivas seja o lazer.

Exemplo: um estádio de futebol necessita da tensão resultante do aglomerado de pessoas; ea tensão de um mau tráfego deve ser resolvida por medidas de planejamento e mudanças na estrutura da cidade.

Em sociedades onde existem grande renda per capita, muito tempo livre e elevado padrão de vida, criarem-se verdadeiras “industrias” de lazer, definidas como “serviços de lazer”, que compreendem um leque muito diversificado de atividades econômicas: desde agencias de turismo até fabricas de raquetes; da venda de passagens a prazo à publicação de livros e revistas, da organização de espetáculos musicais ao comercio de tendas para campismo. O vulto dos interesses econômicos a ele ligados faz duvidar da liberdade que deveria ser inerente ao desempenho do lazer. A maior parte das formas de desfrutar o tempo livre é induzida, através de todos os meios de comunicação, por entidades que visam à manipulação de massas ou lucro. O turismo de massas é um bom exemplo dessa crescente indução e condução do lazer, que só não chegou a ser totalmente dirigido porque os próprios concorrentes que exploram o setor propiciam, por sua quantidade e concorrência, escolhas e opções, a partir de tendências pessoais. Assim, a liberdade do lazer, na maioria das atividades previamente programadas, resume-se a aderir ou não. Apesar de tudo, é preciso convir que sem essas organizações, públicas e privadas, o lazer não seria acessível ao crescente número de usuários.

O espaço do lazer

Boa parte das formas modernas de lazer requer um importante componente: o espaço. Para o lazer cotidiano, por exemplo, o espaço necessário vai desde as dependências domésticas em que se valoriza a privacidade (condições adequadas para leitura, para assistir televisão, etc.) até o gramado para as brincadeiras infantis após as aulas. A paisagem urbana também pode ser considerada um espaço para o lazer passivo: na locomoção diária entre local de trabalho ou estudo e o domicilio, percorrer a cidade pode ser enfadonho e desgastante ou, pelo contrário, agradável.

Ao redor das grandes cidades, o espaço para o lazer semanal é composto por corredores de acesso (rodovias, por exemplo), por sítios naturais (matas, lagos, praias, morros e outros) ou por núcleos urbanos especialmente construídos (estações de água, colônias de férias, etc.).

Para contrabalançar o consumo do espaço provocado pelo lazer-mercadoria, característico das sociedades de consumo, urbanistas consideram necessária a criação de espaços, urbanos ou não, capazes de acolher atividades lúdicas e não programadas, ricas em criatividades, servindo de palco à iniciativa e à invenção espontânea e aumentando em última análise a lucidez dos cidadãos, sua experimentação e criatividade, a gratificação de desempenho em atividades livres, espontâneas.

Na exagerada exploração do espaço para fins de lazer, insere-se parte do grave problema da poluição: a invasão turística de sítios naturais ou cidades históricas, por exemplo, frequentemente acaba destruindo os próprios recursos existentes. De acordo com Henri Lefebvre, o espaço urbano tornou-se “um lugar de consumo e um consumo de lugar”. Para evitar o caráter destrutivo do lazer, é necessário o planejamento e organização dos espaços, assim como uma conscientização dos usuários.

Enciclopédia Abril, fasciculo n.º101 - 1973.

TAV - Trem de alta velocidade brasileiro

Valor Econômico - 17/07/2009
Autor(es): Daniel Rittner
Trem-bala terá custo de R$ 34 bilhões e tarifa de R$ 200 no trecho Rio-SP

O primeiro trem de alta velocidade (TAV) no Brasil deverá ligar São Paulo ao Rio de Janeiro em 94 minutos. No serviço expresso entre as duas maiores cidades do país, haverá 14 trens circulando em 2014, com saídas a cada 20 minutos. Cada composição terá duas classes, com 458 passageiros no total, e tarifas entre R$ 200 (classe econômica) e R$ 325 (executiva), nos horários de pico. No trajeto São Paulo e Campinas, o tempo de viagem será de 42 minutos e a tarifa, em classe única, em R$ 31,20.

As informações fazem parte do estudo preparado pela consultoria britânica Halcrow, revisado pelo Ministério dos Transportes. O governo abrirá uma consulta pública para receber sugestões, antes de elaborar o edital do projeto, que deve ir a leilão no início de 2010.

Estimado no Programa de Aceleração do Crescimento (PAC) em US$ 11 bilhões, o trem-bala sairá por valor bem mais alto: R$ 34,6 bilhões, segundo o estudo - sete vezes o orçamento da transposição do São Francisco, projeto mais caro do PAC exclusivamente com recursos públicos. O trem será construído e operado pela iniciativa privada, mas o governo concluiu que não há como sustentar o empreendimento sem algum tipo de subsídio, seja por meio de recursos do Tesouro, seja por financiamento do BNDES, e participação acionária de fundos de pensão. Estão sendo finalizados estudos para avaliar o tamanho da subvenção.

De qualquer forma, como 71% do investimento é em obras civis, o governo espera diminuir os custos do trem-bala com aperfeiçoamentos no traçado. Avalia-se que é possível otimizar o trajeto em três áreas: a saída do Rio (até o município de Duque de Caxias), a Serra das Araras e o Vale do Paraíba (especialmente nas proximidades de Taubaté). Conforme adiantou o Valor em sua edição de 12 de maio, o Campo de Marte abrigará a estação do TAV em São Paulo. Haverá outras sete estações obrigatórias: Campinas (centro), Viracopos, Guarulhos (aeroporto), São José dos Campos, Barra Mansa/Volta Redonda, Galeão e Barão de Mauá (centro do Rio). Além dessas, a concessionária vencedora da licitação terá o direito de construir mais duas estações, que poderão funcionar sazonalmente: em Jundiaí e em Aparecida do Norte.

O estudo da Halcrow expõe uma complexidade inédita no projeto de engenharia: 91 quilômetros (18% da extensão total) serão percorridos em túneis - o equivalente a uma vez e meia a rede em operação do metrô paulistano - e 107 quilômetros (21%) em pontes. O restante do trajeto será sobre a superfície. Só os túneis, segundo o estudo, custarão R$ 10,7 bilhões.

Outra despesa bastante salgada será com as desapropriações, que vão consumir R$ 3,9 bilhões e são apontadas por investidores interessados na licitação como uma das grandes dores de cabeça para tirar o trem-bala do papel. Trata-se de processo lento e complicado, que pode tomar um tempo valioso para os planos de inaugurar o TAV em 2014, para a Copa do Mundo.

Um grupo restrito de funcionários de alto escalão tem discutido o projeto. Após exaustivas análises, ele apresentou os estudos ao presidente Luiz Inácio Lula da Silva, há duas semanas. O empreendimento é um dos trunfos eleitorais da ministra-chefe da Casa Civil, Dilma Rousseff, pré-candidata à Presidência da República em 2010.

Nas projeções da Halcrow, a demanda do trem-bala alcançará 7 milhões de passageiros por ano no serviço expresso (Rio-São Paulo e Rio-Campinas), sem paradas intermediárias. Os serviços regionais terão demanda inicial de 25,5 milhões de passageiros/ano. Curiosamente, o maior fluxo não será entre as duas maiores cidades do país, mas nas ligações São Paulo-Campinas e São Paulo-São José dos Campos, cujo movimento chegará a 20,6 milhões de passageiros/ano.

Os estudos apontam que a velocidade média do trem, no trajeto Rio-São Paulo, será de 280 km/h, contando as desacelerações da chegada e dos trechos urbanos. A velocidade máxima atingirá 300 km/h. No início das operações, haverá 42 trens em funcionamento, mas o total subirá para 84 unidades em 2034. A compra de material (locomotivas e vagões) exigirá investimentos de R$ 2,7 bilhões.

Grupos japoneses, coreanos, alemães, franceses, italianos, espanhóis e chineses já demonstraram interesse em participar da licitação. O estudo da Halcrow menciona cifras bilionárias para atrair a futura concessionária - a previsão é de as receitas anuais de R$ 2,3 bilhões em 2014.

quarta-feira, 1 de julho de 2009

Empregos temporários

Do G1, Concursos e empregos - São Paulo - 01/07/09
Férias de julho abrem vagas temporárias em parques e hotéis.

Hopi Hari e Playcenter, em SP, e Rio Quente Resorts, em Goiás, contratam.
Associação do setor estima 10,5 mil vagas temporárias para julho.

O setor de lazer e entretenimento abre vagas temporárias para trabalho nas férias de julho e também para os meses de agosto e setembro. Os parques Hopi Hari, em Vinhedo (SP), Playcenter, em São Paulo, e Rio Quente Resorts, em Rio Quente (GO), têm inscrições abertas para pelo menos 450 vagas (veja na tabela abaixo).

Hopi Hari - 200 vagas

atendente de operações II (áreas de alimentos e bebidas, mercadorias, jogos, brinquedos, bilheteira e catraca, estacionamento e segurança)

Ter a partir de 18 anos, nível médio completo, morar na região de Campinas e Jundiaí (o parque oferece ônibus fretado para estas cidades); disponibilidade total de horário
atendente de operações I (conservação e limpeza) Ter a partir de 18 anos, nível fundamental completo, morar na região de Campinas e Jundiaí (o parque oferece ônibus fretado para estas cidades); disponibilidade total de horário
técnico de manutenção elétrica 2º grau técnico em elétrica com registro no Crea; experiência com equipamentos de baixa, média e alta tensão
técnico de manutenção mecânica 2º grau técnico em mecânica com registro no Crea; experiência na área; conhecimentos de comandos pneumáticos e hidráulicos e interpretação de desenhos
auxiliar de almoxarifado ensino médio completo; conhecimentos em rotinas de armazenamento e expedição de materiais diversos; disponibilidade de horários; carteira de habilitação categoria B
Inscrição: encaminhar currículo via correio para Rodovia dos Bandeirantes, km 72, Vinhedo (SP), Cep 13.280-000, com o título da vaga no envelope; ou também pelos seguinte e-mail:
recrutamento@hopihari.com.br, com o título da vaga no campo "assunto"

Playcenter - 150 vagas
atendimento trainee Não é necessária experiência, mas candidato deve ser maior de 18 anos
Inscrição: levar currículo para os seguintes endereços: Rua Antônio Agú, 512, sala 14, Centro de Osasco (SP); Rua Antônio Raposo, 84, Lapa, São Paulo; Rua Barão de Itapetininga, 140, Centro de São Paulo; Rua: Harry Simonsen, 66, Centro de Guarulhos; Avenida Santo Amaro, 7079, Santo Amaro, São Paulo

Rio Quente Resorts - 200 vagas para hotéis do complexo e para o parque temático Hot Park
ajudante de cozinha ensino fundamental completo; idade acima de 18 anos; disponibilidade de horário
garçom ensino médio completo, idade acima de 18 anos; experiência em lidar com público e preferência como garçom; disponibilidade de horário
atendente de portarias ensino médio completo; idade acima de 23 anos; bom ter experiência com atendimento ao público; disponibilidade de horário
guarda-vidas ensino médio completo; idade acima de 20 anos; noção de atendimento ao público; saber nadar; disponibilidade de horário
cozinheiro ensino médio completo; experiência mínima de 2 anos na função
padeiro ensino médio completo; experiência mínima de 2 anos na função
confeiteiro ensino médio completo; experiência mínima de 2 anos na função
auxiliar de serviços gerais ensino fundamental completo; idade acima de 18 anos; disposição para trabalhar com limpeza e higienização
camareiro ensino fundamental completo; idade acima 18 anos; disposição para trabalhar com limpeza e higienização dos apartamentos
recepcionista ensino médio completo; experiência como atendente ou recepcionista; habilidade para lidar com pessoas
estagiários em recreação curso superior em andamento em administração, hotelaria, educação física, turismo, engenharia ambiental ou áreas relacionadas com entretenimento e lazer; experiência ou habilidade para atividades físicas: dança, esporte, circo e teatro

Inscrição: enviar currículo para o e-mail rioquente@empreza.com.br; ou ligar para (64) 3452-1460/3452-1413

Salários: De R$ 400 a R$ 875 e são acrescidos de 6% de ganho. Para estagiários a bolsa auxílio é de R$ 400

10,5 mil vagas

A Associação Brasileira das Empresas de Serviços Terceirizáveis e de Trabalho Temporário (Asserttem) estima que sejam abertas no período das férias de julho em todo o país 10,5 mil vagas temporárias, especialmente nos segmentos de lazer, entretenimento, indústria e comércio.

Na indústria e no comércio, as vagas são para linhas de produção de produtos para lazer, degustação e eventos. A maioria das empresas exige experiência anterior e nível médio completo.

Parques temáticos, clubes, hotéis, pousadas, acampamentos, bares e restaurantes disponibilizam vagas de garçom, atendimento, monitoria, operação de brinquedos, serviço de quarto e de cozinha. A prioridade é para estudantes de cursos universitários e recém-formados em pedagogia, turismo, publicidade e psicologia, entre outros.

No site da Associação Brasileira da Indústria de Hotéis há uma lista de links da entidade nos 26 estados e no Distrito Federal e, em cada um desses sites, os interessados podem cadastrar currículos.

Da mesma forma, a Associação Brasileira de Empresas de Eventos também disponibiliza em seu site um link para cadastro de currículos.

Menos vagas

Na comparação com o mesmo período do ano passado, a estimativa revela redução de 32% nas contratações – em 2008 foram abertas 15,5 mil vagas temporárias.

Outra queda é em relação à efetivação, que deve ficar em torno de 10% para o setor de lazer e entretenimento e de 12% para a indústria e comércio. No ano passado foi de 32,5% e 15%, respectivamente.

De acordo com a Asserttem, apesar da diminuição no número de vagas, a remuneração dos trabalhadores temporários melhorou em relação ao mesmo período de 2008.

Para vagas no setor de indústria e comércio, o contrato pode chegar a R$ 980 mensais. Já para vagas setor de lazer e entretenimento, a remuneração é de até R$ 90 por dia trabalhado.

Motivos da queda

O setor de lazer e entretenimento é o grande responsável pela redução das contratações, devido à queda na procura por viagens de turismo e programas de lazer. Além disso, a lei seca também é apontada como causa para queda no número de contratações para bares, restaurantes e hotéis.