segunda-feira, 29 de junho de 2009

Nova ortografia e o profissional de turismo

Revista Eventos - 25/06/2009
Artigo: A nova ortografia e o profissional de turismo.

Por: Ernani Pimentel

Ortografia é a maneira de se escreverem corretamente as palavras e recentemente suas regras foram alteradas por um acordo assinado pelos oito países que falam a língua portuguesa, com o objetivo de se tornar mais coesa e unificar a forma de sua expressão linguística escrita.

O que tem isso a ver com o profissional do Turismo?

A rigor, muito. As atividades do trade turístico dependem muito da linguagem escrita, talvez tanto quanto da falada, pois a grande maioria dos negócios se faz com base na redação das peças de divulgação, correspondência, contratação e registro, tudo porque verba volant, scripta manent, ou seja “a palavra falada voa, a escrita permanece”, como sentenciavam os romanos e é na segurança da palavra escrita que se firmam os negócios.

Segurança, eis um fator fundamental para o sucesso em qualquer profissão, pois o profissional que transmite insegurança não se destaca positivamente. Imagine um guia turístico inseguro no tocante às informações que passa (demonstra dúvida sobre o nome do arquiteto ou do escultor, a época da construção, o estilo...). Imagine-o inseguro no uso da linguagem falada (pronuncia erradamente os nomes das obras e dos artistas, utiliza palavras mal adaptadas ao contexto...). Imagine-o, para orientar o seu grupo, fixando no lobby do hotel um texto mal grafado.

Veja agora: um cliente de bom nível contata o site de uma empresa e encontra ali fotos belíssimas de um destino e uma palavra escrita erradamente. Manda um e-mail pedindo sugestão de um roteiro, eis que lhe surge outra palavra mal escrita. Pede uma extensão do itinerário ou a gentileza de um upgrade e é atendido com outro erro ortográfico. Essas aparentemente pequenas decepções, provocadas às vezes por um ou dois pequenos erros, foram suficientes para criar nele a imagem de uma agência (ou operadora) de nível e organização duvidosos e, todos sabemos, ninguém quer negócio com parceiro duvidoso.

O Turismo, cada vez mais competitivo, compara as diferenças e exige constantemente mais qualidade, valorizando e estimulando a excelência que, seja empresarial seja individual, constitui um conjunto de boas experiências e de pequenos detalhes, situando-se – exatamente nestes – as marcas orientadoras do sucesso. Em outras palavras, no Turismo, o detalhe define o sucesso. A nova ortografia é apenas um detalhe.

*Ernani Pimentel é formado em Letras Clássicas pela USP e há mais de 40 anos se dedica ao estudo e ao ensino da Língua Portuguesa

GPS - Software para aprender como funciona

Para dar apoio a professores e alunos ao aprendizado e utilização do GPS (sigla em inglês para Sistema de Posicionamento Global), foi desenvolvido por pesquisadores da Faculdade de Ciências da Universidade Estadual Paulista (Unesp) um software educacional para aprender como funciona o GPS. O programa visa apoiar professores de diferentes áreas, como Ciências, Geografia, Estudos Ambientais, Biologia, Agronomia, Turismo, entre outras e pode ser usado do ensino Fundamental ao Superior. Elaborado pelo docento João Eduardo Perea Martis, coordenador do Laboratório de Instrumentação Inteligente do curso de Ciências da Computação, e pelo estudante Gustavo Lima, o software está disponível em duas versões: Macromedia e HTML. Segundo o professor o software roda em qualquer computador que tenha o Internet Explorer, mesmo que não estela conectado à internet.

O programa tem distribuição gratuita e pode ser baixado clicando aqui.
LinkMais informações sobre o software clique aqui. Sobre o idealizador aqui.Link

domingo, 28 de junho de 2009

Aperfeiçoamento profissional

Do Portal Radar - 23/06/09
E-mail corporativo: você sabe como usá-lo?
Por: Renato Grinberg

Que a tecnologia trouxe grandes benefícios para a vida dos profissionais, ninguém tem dúvida. O problema é que junto com ela vieram algumas dificuldades corporativas com o seu mal uso. Ao mesmo tempo em que a internet permite maior agilidade e circulação de informações, não saber como lidar com ela pode gerar falta de foco e produtividade para o profissional.

O e-mail corporativo é o maior dos exemplos e alvo das reclamações de pessoas que recebem muitas mensagens ao dia e afirmam que poucas delas são realmente úteis e aproveitadas. Não estamos falando somente de SPAMs e correntes que pessoas enviam para toda sua rede de contatos, até mesmo as mensagens relevantes para o trabalho podem gerar confusões e lotar as caixas de entrada sem necessidade.

A organização das mensagens eletrônicas é o primeiro passo para quem quer dominar essa ferramenta e não deixar que ela tome conta de você. As que não tem importância devem ser descartadas e as demais organizadas em pastas para melhor localização e livramento de espaço. Isso não significa que devemos ter milhares de pastas do lado esquerdo da tela, mas é necessário criá-las com os nomes certos. Repare, geralmente os e-mails que não encaixam em nenhuma delas não precisam ser guardados.

Outro motivo que causa insatisfação são mensagens longas e que demandam muitos minutos da atenção. Se você é uma das pessoas que gostam de escrever bastante, lembre-se de que, com o acúmulo de atividades que as pessoas tem hoje, junto com a correria do dia-a-dia, dificilmente terão vontade de ler até o fim. Seja sucinto e objetivo no corpo do e-mail e procure não passar de três ou quatro linhas. Se o assunto for realmente extenso, jamais ultrapasse o campo visual da “janela” do e-mail. Se o leitor tiver que “rolar” a tela do computador, a mensagem está realmente excessiva.

Tudo hoje é resolvido por e-mail. Agendamento de reuniões, ata desses encontros, envio de informações, comunicado interno, orçamentos, questões atemporais e até urgências. Mas você está enviando suas mensagens da maneira adequada e sabe quem está endereçando? Preste muita atenção se o endereço do e-mail é realmente o da pessoa para quem você deseja enviar. Na pressa, acontece muitas vezes de mandar a mensagem a alguém com o mesmo primeiro nome devido ao preenchimento automático. Depois de escrever, volte ao início e confirme todas as informações para evitar problemas.

E-mails são importantes sim e nos proporcionam maior comodidade, mas não deixe que eles prejudiquem sua comunicação. Alguma vez já presenciou alguém enviando uma mensagem para o colega de trabalho que está ao lado, mas em outro computador? Quantas vezes você mesmo já fez isso? Antes de enviar uma mensagem eletrônica, pense se realmente é a melhor opção, às vezes uma conversa por telefone irá resolver seu problema de maneira muito mais rápida e eficaz. No escritório, as conversas pessoais têm maior impacto e geram resultados melhores. Portanto, use o e-mail com moderação.

Texto retirado daqui.

quarta-feira, 24 de junho de 2009

Linha de crédito para o turismo

Caixa Econômica Federal - Imprensa
Caixa oferece nova linha de crédito para o turismo.


Expectativa do banco é superar a meta de R$ 2 bilhões de recursos para 2009 no setor

A Caixa Econômica Federal disponibiliza a partir desta quinta-feira (25) linha de crédito especial destinada a financiar o capital de giro das empresas do setor de turismo. Lançada em parceria pelos Ministérios do Turismo e Trabalho, a iniciativa tem o objetivo de pulverizar os recursos e atender o maior número de empresas, visando estimular o setor e manter a geração de emprego e renda proporcionada pelo turismo.

O Giro Setorial Turismo, como é denominada a nova linha, foi aprovado pelo Conselho Deliberativo do Fundo de Amparo ao Trabalhador (Codefat). O produto receberá R$ 200 milhões do Fundo de Amparo ao Trabalhador (FAT) para atender micro, pequenas, médias e grandes empresas prestadoras de serviços turísticos.

O vice-presidente de Pessoa Física do banco, Fábio Lenza, acredita que o Giro Setorial Turismo complementa o portfólio da CAIXA para o turismo. “Há um mês, o banco lançou o Crediário CAIXA Fácil que apóia a demanda no setor, destinando crédito para o turista por meio de convênios com a CVC, TAM Viagens e ABAV”, afirma. Ainda segundo o vice-presidente, a expectativa é de que a instituição supere a meta de R$ 2 bilhões de recursos para 2009 no setor turístico, já que até maio R$ 1 bilhão já foram aplicados.

Para ter direito aos recursos do FAT, as empresas deverão estar cadastradas no Ministério do Turismo e poderão obter empréstimos de até R$ 5 milhões, a serem pagos no prazo máximo de três anos, incluído o prazo de até 18 meses de carência.

O Giro Setorial Turismo terá taxas de juros pós-fixada de até 2,8% + TJLP (Taxa de Juros de Longo Prazo). As empresas farão sua adesão à linha de crédito, comprometendo-se a gerar ou manter empregos, sob pena de ter o vencimento antecipado do contrato de financiamento.

O cadastro é feito on-line no site www.cadastur.turismo.gov.br. O Cadastur é um sistema eletrônico do Ministério do Turismo utilizado para cadastramento de prestadores de serviços turísticos e guias de turismo no país. Atualmente, Tocantins, Sergipe, São Paulo, Santa Catarina e Roraima, Rondônia, Rio Grande do Sul, Rio Grande do Norte, Rio de Janeiro e Piauí são os estados da federação com maior número de empresas cadastradas no sistema.

Assessoria de Imprensa da Caixa Econômica Federal
Tel.: (61) 3206-8543/8022/8775/6943/ 9298

4º Salão do Turismo


Está chegando a 4ª edição do Salão do Turismo. Será realizada no Parque Anhembi em São Paulo a partir do 01 à 05 de julho de 2009. Grande evento do setor turístico voltado para distintos públicos, profissional, acadêmico e consumidor.

De CONTRATUH - 18/06
Inscrições abertas para o Núcleo de Conhecimento do 4° Salão do Turismo.

Estudantes, empresários, gestores e público em geral já podem realizar sua pré-inscrição para o Núcleo de Conhecimento, que ocorre de 2 a 5 de julho durante o 4° Salão do Turismo, no Parque Anhembi, em São Paulo. O espaço é um ambiente de divulgação de experiências e tendências do setor por meio de palestras, debates, intercâmbios e reflexões sobre o turismo. Nesta edição, o tema do Núcleo será “Cinco anos do Programa de Regionalização do Turismo - Roteiros do Brasil”.

Para realizar a pré-inscrição, os interessados devem acessar o site www.salao.turismo.gov.br e clicar no campo “Núcleo de Conhecimento”. Nesse espaço, estará disponível o link para pré-inscrição e a programação completa das palestras, mesas de debates, workshops e mini-cursos.

A pré-inscrição é importante, mas não garante a entrada nos auditórios. Esse instrumento facilitará a habilitação da credencial de acesso aos auditórios no dia do evento e garantirá a comodidade dos visitantes ao evitar longas filas de espera.

As pessoas pré-inscritas terão atendimento exclusivo e mais rápido, pois seus dados já estarão no sistema. A entrada nos auditórios somente será permitida após efetivação da inscrição e habilitação da credencial no dia do evento na área de atendimento do Núcleo de Conhecimento. A prioridade de entrada será por ordem de chegada, respeitando a capacidade de cada sala.

A previsão é que sejam realizadas 40 apresentações, onde o visitante poderá conhecer casos de sucesso e debater as tendências do setor, bem como ter contato com importantes empresários, estudiosos, consultores de turismo e palestrantes nacionais e internacionais.

Na última edição do Salão, no ano passado, foram realizadas 64 palestras por 140 palestrantes. Na ocasião, 4,5 mil pessoas participaram das atividades do Núcleo de Conhecimento.

As inscrições para o Núcleo de Conhecimento também serão realizadas no dia do evento. Vale ressaltar que o fato de se pré-inscrever no Núcleo do Conhecimento não garante entrada no 4° Salão do Turismo. Para ter acesso gratuito ao Salão, é necessário credenciar-se previamente pelo endereço www.salao.turismo.gov.br no campo “Sobre o Evento” e clicar em “Participar”.

Programação – As palestras, mesas de debates, workshop e mini-curso serão organizados em torno do tema “Cinco anos do Programa de Regionalização do Turismo - Roteiros do Brasil”.

Os palestrantes nacionais e internacionais falarão sobre temas relacionados a Estruturação, promoção e comercialização de produtos turísticos; Copa do Mundo 2014 e os impactos no turismo; Competitividade e gestão de destinos turísticos e Regulação e qualificação de serviços turísticos.
Link
Confira aqui a programação do Núcleo do Conhecimento do 4° Salão do Turismo.

Mais informações: nucleo.conhecimento@turismo.gov.br

sexta-feira, 19 de junho de 2009

Profissão no turismo e hotelaria

Recepcionista

Histórico da profissão
Dentre as funções que tem contato direto com o cliente, pode-se afirmar que esta é a mais importante para o bem-estar do hóspede no hotel. Desde o aparecimento das primeiras estalagens, tabernas ou hospedarias, esse cargo já estava presente, representadopelo dono do estabelecimento que alugava seus quartos para o visitante.
Quando Cesar Ritz, o hoteleiro suíço, definiu a padronização moderna do hotel, por volta de 1870, as funções de recepcionista ficaram melhor definidas, Hollywood já colocou nas telas todos os tipos de recepcionistas, desde trapalhões, até aqueles que ajudam para que o casal do filme fique junto no final. Mas o importante é que, com seu trabalho bem desempenhado, o recepcionista tenha uma boa estada no hotel.

Demanda atual
Todos os hotéis, desde os menores até os de 250 UH's, apresentam recepcionistas no seu quadro de funcionários. A diferença é que, em hotéis maiores, as funções estão separadas, e em hotéis de menor porte ou categoria simples os recepcionistas podem assumir as tarefas de concierge, telefonista e, muitas vezes, do agente de reservas.
Alguns hotéis apresentavam um diferencial durante o check-in, pois o recepcionista fazia o precesso de entrada dos hóspedes e depois ele mesmo levava os cliente até o apartamento, demonstrando o funcionamento dos equipamentos e colocando-se à disposição. Era um serviço diferenciado e personalizado, mas difícil para ser realizado em hotéis grandes.

Características do profissional (Perfil)
Este é um profissional de extrema responsabilidade no hotel, por isso precisa ser dinâmico, comunicativo, honesto, sigiloso, não podendo contar o que o hóspede falou para outras pessoas. É preciso que goste de resolver problemas, fale no mínimo português e inglês, sendo um 1º idioma recomendado; que tenha responsabilidade, senso de liderança e um bom relacionamento com as pessoas. O recepcionista vai estar sempre em contato com o hóspede, isto porque ele é o primeiro funcionário que resolve seu problema dentro do hotel, que é de precisar de um quarto. Depois disso, qualquer que seja o problema, é a ele que o hóspede vai recorrer.

Atribuições da profissão
O recepcionista vai cuidar de todo o precesso de estada do hóspede no hotel, desde o momento da chegada, quando ele faz o check-in, à escolha do apartamento, segundo as necessidades do hóspede.
Presta informações ao hóspede e muitas vezes as funções dele e do concierge misturan-se. Por isso precisa estar sempre a par de tudo o que acontece no hotel, de todos os eventos, grupos presentes para poder informar meçhor ps clientes.
Tem de acompanhar as contas dos hóspedes, fazendo com que o seu limite de crédito esteja sempre maior do que a conta do mesmo; verificar as reservas para o dia e realizar o pré check-in, que consiste em preparar a Ficha Nacional de Registro de Hóspedes (FNRH), com todos os dados do cliente, para qye quando ele chegue apenas confira os dados ee assine, bem como já bloquear os apartamentos e silicitar o serviços para os quartos, como colocar berço, pôr mais travesseiros, colchões ortopédicos, etc.
Ele também é responsável, em hotéis autorizados pelo Banco Central, pela realização do câmbio de moedas estrangeiras; bem como pelas terfas de caixa, como lançamentos na conta dos hóspedes de serviços utilizados e cobrança durante o precesso de saída, ou check-out.

Nível de escolaridade
Como é o cargo de maior importância quanto ao tratamento do hóspede, pe necessário estar cursando ou ter terminado o ensino superior.

Material de uso do profissional
Como os hotéis modernos são informatizados, o balcão da recepção ficou mais limpo, sem tanto material. Antes, ou ainda em hotéis que não tem computador, a recepção tenha rack dos apartamentos, que demonstrava a situação do hotel. Mas agora, com um simples toque no teclado, o recepcionista pode ver a lista de reservas para o dia, ou seja, o status dos apartamentos. Além do computador, a recepção apresenta telefones, maquinas para pagamentos com cartão de crédito, além de um balcão para as chaves, ou uma maquina que imprima a chave mediante necessidade do hóspede, verificando o número de dias que ele irá se hospedar.

Conhecendo a profissão
O recepcionista precisa conhecer todos os departamentos do hotel, o que cada um faz, pra quando o hóspede tiver algum problema saber a quem recorrer. Por isso, precisa ter um bom relacionamento com todos os funcionários.
Para que o serviço sempre saia bem feito, o recepcionista precisa ser organizado. Durante o períododa manha, realiza os check-out. Então as contas precisam estar certas, prontas para que o hóspede possa conferi-las e efetuar o pagamento. Durante a manhã o recepcionista também faz o pré check-in, que é o pré-bloqueio do apartamento para o hóspede com reserva para o dia. Durante a tarde, período em que ocorrem entradas de hóspedes, os quartos precisam estar definidos e prontos, as FNRHs preenchidas, para que o check-in seja rápido. E durante a madrugada, quando os hóspedes dormem, mas o hotel ainda esta trabalhando, ele vai conferir todas as contas e o movimento do hotel para que o dia possa ser fechado corretamente e o próximo comece perfeitamente.
Este profissional precisa ter muita calma, já que muitas vezes o hóspede chega nervoso, porque algo aconteceu de errado e desconta na primeira pessoa que vê, como aconteceu neste caso, em que o hóspede chegou e disse que tinha uma reserva. Foi checado o computador, mas a reserva não aparecia, tentou-se de tudo, nome, sobrenome, data para frente e nada. Ele insistiu, falou que a secretária tinha feito, que era todo mundo imcopetente. E nada de reserva. Foi quando o hóspede disse que nunca mais ficaria em hotel X na sua vida. Então percebeu-se o problema: ele entrou no hotel Y. Mas o recepcionista não perdeu a calma.
- Crisóstomo, F. R. Turismo & hotelaria. SP: DCL, 2004, pag.271

quinta-feira, 18 de junho de 2009

Profissão no turismo e hotelaria

Recreador / Animador Cultural

Histórico da profissão
Com a profissionalização de muitos setores e o crescimento de empresas ligadas à prestação de serviços, principalmente nas duas últimas décadas, o recreador/animador cultural vem ganhando espaço principalmente em hotéis voltados ao turismo de lazer.
Mas não são só os estabelecimentos de hospegadem que buscam este profissional especializado. Muitas empresas, cientes da necessidade dos seus funcionários por lazer e descontração, já contam com esse profissional em seu quadro de prestadores de serviços, contratando-os para congressos e demais eventos.

Demanda atual
Quanto ao mercado de trabalho, mesmo sendo considerada como uma atividades temporária, mais frequente na alta temporada em hotéis, tem crescido muito a busca por profissionais especializados neste trabalho. Como reflexo do setor de turismo e lazer, a perspectiva é que aumentem ainda mais as vagas para esse profissional. Um dos segmentos de maios ascenção é o da terceira idade.

Características do profissional (Perfil)
Comunicativo e dinâmico, o recreador deve ter facilidade em trabalhar com pessoas de todas as idades e de diferentes grupos sociais, promovendo a boa integração entre os participantesda atividade.
Precisa também ser uma pessoa muito criativa e espontânea, capaz de contornar situações de discussão que venham a ocorrer no relacionamento entre grupos.
Pela atividadeque exerce, deve conhecer e ter boa expressão corporal, além de realizar frequentes atividades físicas. Também é imprescindível o controle emocional, já que do recreador/animador cultural depende o incentivo das emoções de muitas outras pessoas.

Atribuições da profissão
Entre os diversos trabalhos que pode realizar, destacam-se: organização de festas, jogos, festivais de dança, competiçoes esportivas, brincadeiras, gincanas, criação de espetáculos, peças teatrais, etc.
Já em hotéis-fazenda e alberques, o profissional pode responsabilizar-se por atividades como passeios, caminhadas, bailes, sessões de ginástica e dança e animação de aniversários, entre muitas outras.

Formação e nível de escolaridade
Como em diveras outras profissões é recomendável que esse profissional tenha concluído o ensino médio e possua um curso técnico ligado à função. Cursos superiores em Artes Cênicas, Educação Física e Turismo podem complementas e especializar o profissional.

Conhecendo a profissão
Na maioria das vezes o recreador trabalha em um ambiente descontraído, ao ar livre, em quadras poliesportivas, salões de dança, campo, praia, piscinas, entre outras. Não raro, a atividade é confundida com a dos educadores físicos, dada a proximidade de cada função. Mas o recreador/animador cultural é um especialista em aticidades de caráter recreativo e social, entrosando pessoas que, até aquele momento, nem se conheciam.
Organização e cronograma de atividades são quesitos fundamentais na elaboração das atividades, Além disso, de nada adianta ter em mãos as atividades mais criativas e participativas se não houver o interesse por parte dos hóspedes.
Antes de mais nada é preciso avaliar a que público se destina o trabalho: jovem, adulto, terceira idade, misto, etc.
- Crisóstomo, F. R. Turismo & hotelaria. SP: DCL, 2004, pag.248.

quinta-feira, 4 de junho de 2009

Turismo e economia brasileira

Ministério do Turismo
Turismo acompanhou ritmo da economia entre 2003 e 2006.

Rio de Janeiro (03/06) – As Atividades Características ao Turismo (ACTs) acompanharam o ritmo da economia brasileira entre 2003 e 2006, de acordo com o estudo “Economia do Turismo – Uma perspectiva macroeconômica 2003-2006”, divulgado nesta quarta-feira (03) pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE).

Na avaliação do economista da entidade Guilherme Telles Júnior, um dos responsáveis pelo levantamento, embora trate de dados de três anos atrás, a pesquisa lança um olhar para o futuro da atividade e não para o passado, pois ela “reflete a realidade e a robustez do turismo nos dias atuais”.

O estudo aponta que, em 2006, as ACTs geraram R$ 149,64 bilhões para o país, atingindo 7,1% do valor da produção do setor de serviços e 3,6% do Produto Interno Bruto (PIB) brasileiro.

“Quando analisamos os dados macroeconômicos, percebemos que não existem modificações significativas de um ano para o outro”, avalia Telles Júnior.

Ele citou como exemplo a variação de 0,18 ponto percentual na participação das atividades turísticas no PIB do país, que passaram de 3,8%, em 2003, para 3,62%, em 2006.

Ocupações e rendimentos – O segmento de alimentação representou a metade das ocupações das ACTs em 2006, com um índice equivalente a 2,85 milhões de pessoas.

O IBGE também destaca os serviços de transporte rodoviário, que responderam pela ocupação de aproximadamente 1,07 milhão de pessoas (18,89%), seguido pelas atividades recreativas, culturais e desportivas, que empregavam 1,01 milhão de pessoas (17,74%) naquele ano.

Ao todo, 5,7 milhões de pessoas trabalhavam em atividades relacionadas ao turismo em 2006, representando 10,1% dos ocupados no setor de serviços e 6,1% dos trabalhadores do país.

Em 2006, o total dos rendimentos pagos pelas ACT (R$ 31,34 bilhões) representou 3,23% dos rendimentos pagos pelo conjunto da economia brasileira e 4,6% do setor de serviços.

Segundo o levantamento do IBGE, a maior participação nesse quesito coube novamente aos serviços de alimentação: R$ 9,02 bilhões ou 28,8%. Em seguida estavam as atividades recreativas, culturais e desportivas, com R$ 5,55 bilhões (17,7%) e os serviços de transporte rodoviário, com R$ 4,97 bilhões (15,9%).

Parceria – O levantamento divulgado nesta quarta-feira (03) é fruto de um acordo de cooperação entre o Ministério do Turismo e o IBGE para avaliar o impacto das atividades relacionadas ao turismo na economia nacional.

Dez itens e suas subdivisões são considerados pelo IBGE como Atividades Características do Turismo (ACTs). Eles estão relacionados a serviços de alojamento, alimentação, transportes além das atividades das agências de viagens e recreativas e do aluguel de bens móveis.


Do site do Mtur.

Dos primórdios da tecnologia para viajantes