quinta-feira, 26 de fevereiro de 2009

A tecnologia a serviço das agências de viagens

Toda mudança de paradigma provoca, em maior ou menor grau, inquietações, dúvidas, sobressaltos e reações. Sobram exemplos, na história, sobre o modo como as pessoas enxergaram ou perceberam o surgimento de inovações inusitadas, que colocaram em xeque valores, hábitos, costumes, meios e processos até então prevalecentes. Da primeira calculadora mecânica (1623) à Internet (1990), passando pela máquina a vapor (1765), pelo telégrafo (1837), telefone (1876), lâmpada elétrica (1879), fotografia (1840), motor a explosão (1885), cinematógrafo (1895), rádio (1901), avião (1906), computador analógico (1930), avião a jato (1941), computador com sistema eletrônico (1946), primeiro satélite de comunicação (1962), entrada em operação a primeira rede online de computadores (1977), CD-Rom (1984), sistema de fibras óticas (1985), – entre outros - muita água passou sob as pontes do progresso. O homem não pára de criar, inventar, pautado sempre pelas novas necessidades ou novos desejos.

A digressão acima pretende apenas introduzir o tema desta reflexão, que é o papel da tecnologia no agenciamento de viagens contemporâneo. Imagine o funcionamento do seu negócio há 20 anos, quando não havia Internet nem sistemas integrados operando em tempo real. Naquele cenário funcionava, porque o mundo, simplesmente, era outro. Hoje, ou o agente de viagens se instrumentaliza com as tecnologias, alcança o domínio da aplicação mais inteligente e aprende a ser versátil, ágil e flexível ou se candidata a sair do mercado. Claro que a tecnologia, em si, não é tudo: precisa de pessoas habilitadas, dispostas, dedicadas a fazê-la funcionar a favor dos objetivos e interesses da empresa. Não dispensa as relações pessoais de qualidade, que resultam em fechamento de negócios bem-sucedidos, conquista de mercado e fidelização.

Ainda hoje encontramos no nosso meio empresários vivendo e pensando, talvez, sob o parâmetro de um mundo já inexistente. Ou em vias de extinção. Enxergam a adoção de tecnologia como despesa – não como investimento. Identificam na Internet e na aplicabilidade insondável que ela proporciona o papel de vilão – e não de aliado. São refratários a treinamento e requalificação de pessoal, porque não percebem o caráter essencial desta prática. Pouco proativos, lentos e limitados pela mesmice, tornam-se cada vez menos competitivos. Queixam-se de quase tudo, entregam-se ao pessimismo e descuidam por completo da auto-estima. Esse perfil tende a demonizar a concorrência up-to-date com a tecnologia, em vez de trocar o sinal no modo de ver o mundo e prosperar com olhos plugados na contemporaneidade.

A ABAV-SP tem procurado compreender e atuar com discernimento nessa matéria. Promove cursos, palestras, seminários e, mais que isso, estabelece parcerias com empresas de Tecnologia da Informação para melhorar e baratear o acesso dos associados. Cito como exemplos a JBP - empresa especializada no atendimento a agências de viagens nas áreas de gestão de TI, segurança, implantação e gerenciamento de rede; servidores, suporte telefônico local e remoto; locação de equipamentos, entre outros, que dá desconto de até 15,64% no suporte e de até 17,39% na visita técnica. Outra é a Reserve - sistema de atendimento, reservas e gestão de viagens, que tem como diferencial básico reunir, na mesma tela, todo o inventário e todas as tarifas dos diversos canais de distribuição, com desconto de 10% na aquisição do sistema, para pagamento em quatro parcelas iguais.

Também cabe mencionar a Tursites - empresa especializada no desenvolvimento de “site”, no segmento de agência de viagens, que oferece ao nosso associado desconto de 30% para pagamento em quatro parcelas. Outro parceiro valioso é o Sistema Press Club, da LH Miranda, especializado em comunicação empresarial. Dedica-se, há mais de 12 anos, a promover o relacionamento entre fontes e jornalistas em ambiente web. Oferece serviços de Web Press Vídeo e dá desconto de 25% para associada ABAV.

Em resumo, cabe a nós, como empresário e como dirigente setorial, disseminar a importância da tecnologia como divisor de águas e fator indispensável para o deslanche das nossas organizações. Por meios obsoletos e caminhos superados, chegaremos a lugar nenhum.

* Edmar Bull é diretor da CopasTur e presidente da ABAV-SP.
De Sistema Press Club - www.pressclub.com.br

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