domingo, 30 de novembro de 2008

4º Salão do Turismo é lançado oficialmente em São Paulo.

São Paulo (28/11) – O ministro do Turismo, Luiz Barretto, lançou oficialmente na noite desta quinta-feira (27) o 4º Salão do Turismo – Roteiros do Brasil 2009.

Na cerimônia, ele ressaltou a importância da feira para o turismo brasileiro e lembrou que o salão é um espaço de exposição para os estados divulgarem e comercializarem seus atrativos turísticos.

“O salão é um dos principais protagonistas para a comercialização do turismo brasileiro. Hoje o evento é voltado tanto para quem quer conhecer os destinos turísticos brasileiros como para quem quer comprar e vender, tudo concentrado no mesmo espaço físico”, disse Barretto.

A quarta edição ocorre de 1º a 5 de julho de 2009, no Pavilhão de Exposições do Anhembi, em São Paulo.

Segundo o diretor do evento, Eduardo Sanovicz, a principal novidade será a criação do salão virtual.

“Esse espaço foi motivado pelo secretário nacional de Políticas do Turismo, Airton Nogueira. Vamos oferecer um instrumento para os expositores para que o salão permaneça no ar os 365 dias do ano".

De acordo com a empresa organizadora, Alcântara Machado Feiras de Negócios, depois do lançamento oficial as reservas para o setor comercial saltaram de 72% para 83%.

Além da área de comercialização, o 4º Salão do Turismo terá um espaço institucional, onde estarão representantes do governo federal e de secretarias estaduais de Turismo.

O local também exibirá manifestações artísticas, novos projetos do setor, artesanato, jóias brasileiras, novidades da gastronomia e da agricultura familiar.

“Com certeza a edição de 2009 terá um grande salto de qualidade e se consolidará como o principal evento de turismo receptivo no Brasil", afirmou Barretto.

Participaram da solenidade o secretário estadual de Esporte, Lazer e Turismo de São Paulo, Claury Santos; o secretário estadual de Turismo do Rio Grande do Norte, Fernando Fernandes; o secretário estadual de Turismo da Bahia, Domingos Leonelli; o show manager do evento, Lawrence Reinisch. Autoridades e representantes do governo federal, estados e municípios também estiveram presentes, bem como empresários e executivos do setor.

Expectativas para o turismo – Durante a cerimônia, Barretto que a crise financeira internacional representa uma oportunidade para o turismo brasileiro. A perspectiva, segundo ele, é que o verão 2008/2009 será uma boa temporada para o país.

“Com a desvalorização do real frente o dólar, há uma projeção de crescimento do turismo doméstico. Houve uma queda de 30% dos gastos brasileiros no exterior e um aumento de 10% dos gastos de estrangeiros no país”, disse Berretto, citando dados do Banco Central referentes a outubro. “A procura pelo produto Brasil vai aumentar já no curto prazo, uma vez que ele está mais barato para os estrangeiros", acrescentou o ministro.

Ele disse ainda que o governo federal vem trabalhando pontualmente para enfrentar a crise e o Ministério do Turismo tem procurado a melhor forma possível para reduzir os impactos no turismo. “Acredito na criatividade característica do brasileiro para enfrentar essa etapa”.

Salão do Turismo – A quarta edição do evento será promovida pelo Ministério do Turismo e organizada pela Alcântara Machado Feiras de Negócios. A projeção é chegar a 50 mil metros quadrados de exposição.

A edição de 2008 reuniu 90 mil visitantes, com mais de R$ 32 milhões de recursos gerados para a cidade de São Paulo, além da primeira experiência com a área de comercialização.

Realizado pela primeira vez em 2005, a proposta do salão era apresentar ao Brasil os roteiros turísticos trabalhados pelo Programa de Regionalização.

Na edição de 2006 foi criado o balcão de comercialização, onde operadoras e agências de viagens colocaram seus produtos à venda. Em 2008, essa estrutura evoluiu para a área de comercialização, que também disponibilizou espaço para venda de outros serviços relacionados ao turismo, como hotéis e parques temáticos.

Fonte: Mtur

Curso de Regionalização do Turismo.

setembro 20, 2008.

Três mil pessoas formam a primeira turma do curso à distância de Extensão Universitária sobre Regionalização do Turismo, após seleção com mais de 6 mil candidatos inscritos. Este é o primeiro dos três cursos gratuitos, que oferecerão até 2009 cerca de 9 mil vagas para qualificar gestores públicos de Turismo e profissionais do setor privado, em todo o território nacional.

“A possibilidade de compartilhar experiências vividas por profissionais e líderes do setor, procedentes das 27 unidades federativas do Brasil, e de fortalecer as redes de governança nos estados e municípios estão entre os principais resultados. Ao difundir as diretrizes da implantação e gestão do Programa Regionalização do Turismo, estamos nos aproximando e apoiando cada município que aposta no seu desenvolvimento turístico”, analisa o Diretor do Departamento de Qualificação e Certificação e de Produção Associada ao Turismo, Diogo Demarco.

O programa de qualificação à distância, lançado pelo Ministério do Turismo em abril, é executado pela Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC) e recebeu um investimento de R$ 3 milhões. O propósito é aperfeiçoar e alinhar a condução do Macroprograma de Regionalização do Turismo nos estados e municípios.

Através da internet, 3 mil alunos estão virtualmente conectados para debater ações para o desenvolvimento da atividade turística regional e fortalecer a Rede Nacional de Regionalização do MTur. Ao receberem e compartilharem subsídios técnicos, conceituais e metodológicos, buscam melhorar a operacionalização do desenvolvimento das regiões turísticas do Brasil.

Conteúdo

Técnicos dos órgãos oficiais de turismo dos municípios e estados, empresários e funcionários das empresas de turismo, líderes de entidades ligadas direta ou indiretamente à atividade turística, entre outros inscritos, trabalham em cinco livros o conteúdo dos Cadernos de Turismo, coletânea de documentos de orientação para a implementação do Programa de Regionalização do Turismo – Roteiros do Brasil. Cada tema é trabalhado em vídeo-aulas, e-books, chats, fóruns de debate e lições virtuais.

A idéia é preparar os alunos para os desafios da descentralização do turismo no Brasil, tornando-os aptos, por exemplo, para elaborar planos estratégicos de desenvolvimento do turismo regional. O entendimento do processo descentralizador da política pública de Turismo e do papel de cada um dentro da implementação do programa é fundamental para a continuidade das ações desenvolvidas pelo MTur no país.

Programa - O Programa de Regionalização do Turismo foi lançado pelo Ministério do Turismo em 2004, visando orientar a execução das políticas públicas de turismo no país, propondo a estruturação, o ordenamento e a diversificação da oferta turística do Brasil. Atualmente são 200 regiões turísticas e 3819 municípios mapeados pelo Programa.

PROGRAMAÇÃO

CURSO: Regionalização do Turismo
VAGAS: 3 mil
CARGA HORÁRIA: 120 horas-aula
DURAÇÃO: 14 semanas
PREVISÃO DE CONCLUSÃO: 11 de novembro

CURSO: Formação de Gestores das Políticas Públicas do Turismo
VAGAS: 4 mil, divididas em 2 turmas de 2 mil alunos
CARGA-HORÁRIA: 80 horas-aula
DURAÇÃO: 9 semanas
PREVISÃO DE INÍCIO: primeira turma em outubro de 2008, segunda em março de 2009

CURSO: Turismo, Desenvolvimento e Meio Ambiente
VAGAS: 2 mil
CARGA-HORÁRIA: 80 horas-aula
DURAÇÃO: 09 semanas

PREVISÃO DE INÍCIO: maio de 2009

http://www.noticiasdaamazonia.com.br/4927-curso-de-regionalizacao-do-turismo-reune-3-mil-alunos-em-ambiente-virtual/


Objetivos

O Curso de Regionalização do Turismo visa oferecer subsídios conceituais e técnicos para a formação de 3.000 atores sociais diretamente envolvidos com o desenvolvimento do Turismo em todo o Brasil. Sua principal meta é promover um conjunto de atividades educacionais que contemplem, adequada e satisfatoriamente, os seguintes objetivos:

a) difundir, em todo o território nacional, as diretrizes operacionais necessárias ao desenvolvimento do Turismo regional em todo o Brasil;

b) promover orientação específica e qualificada para a elaboração de planos estratégicos de desenvolvimento do Turismo regional;

c) fomentar a realização de debates educacionais (virtuais e presenciais, mediados por atores sociais envolvidos com oa atividade turística brasileira, acadêmicos e técnicos do Ministério do Turismo) voltados para o aprimoramento do processo de implantação e gestão do desenvolvimento do Turismo sustentável no Brasil

Carga Horária

120 horas-aula, distribuídas em 3 meses de atividades desenvolvidas virtualmente (chats, fóruns e debates online) e 27 seminários presenciais, um em cada estado do Brasil.
ATENÇÃO! Cada estudante deverá participar do seminário presencial em seu respectivo estado.

Inscrições

Todas as inscrições devem ser feitas por meio do preenchimento de formulário específico disponibilizado no endereço http://www.sead.ufsc.br/

Se o número de inscritos ultrapassar o número de vagas ofertadas para este Curso, haverá um processo de seleção. Neste caso, constam como principais critérios de seleção:

  1. Fazer parte do Fórum/Conselho Estadual de Turismo
  2. Ser funcionário de carreira do órgão oficial de turismo do município
  3. Ser empresário de alguma instituição/empresa do trade turístico
  4. Exercer cargo de liderança em alguma organização não governamental relacionada à atividade turística

A lista de alunos selecionados para o Curso será divulgada no endereço (http://www.sead.ufsc.br/), no campo Notícias. Todos os selecionados serão convidados, por e-mail, a efetuarem suas matrículas no portal deste Curso.

Recursos Educacionais

Todos os recursos educacionais listados abaixo serão disponibilizados, gratuitamente, aos alunos deste Curso:

  1. Livros (impressos e e-books em pdf) contendo o conteúdo e a metodologia do Curso
  2. Videoaula (DVD)
  3. Teleconferência
  4. Ambiente Virtual de Ensino e Aprendizagem (AVEA)
  5. Sistema contínuo de apoio ao aluno à distância – Tutoria e Monitoria
  6. Seminários presenciais ocorrerão em todos os estados do Brasil e visam:
    a) promover o debate entre os atores sociais envolvidos com o turismo brasileiro, acadêmicos e técnicos do Ministério do Turismo;
    b) capacitar, metodologicamente, os alunos do Curso para a elaboração de planos estratégicos de desenvolvimento do turismo regional.

Ambientação Virtual

Após a confirmação de suas matrículas, todos os alunos selecionados receberão login e senha de acesso para entrar no AVEA. Todos deverão participar de uma oficina virtual para conhecerem seus tutores, os monitores do Curso e todas as ferramentas virtuais que serão utilizadas ao longo do Curso.

Os tutores mantêm um contato mais próximo e intenso com os alunos, promovendo uma comunicação contínua por meio do AVEA, de e-mail, fax e telefone (0800). A eles cabe interagir com os alunos durante todo o período de oferta do Curso, mediando e estimulando o desenvolvimento e a apropriação dos conteúdos e das temáticas em aprendizagem. Os monitores, por sua vez, são responsáveis pela sistematização das inscrições dos alunos no Curso, pelo esclarecimento de dúvidas administrativas e pela emissão e envio dos certificados aos alunos concluintes do Curso.

O AVEA contém vários dos recursos virtuais que serão utilizados no Curso: fóruns, chats, bibliotecas virtuais, roteiros de aprendizagem, repositórios virtuais, materiais didático-pedagógicos complementares, etc. Os fóruns (fórum de conteúdo, fórum de avaliação e fórum livre) são espaços que visam estimular a interação entre os cursistas e os tutores, por meio de debates em torno da temática proposta. Os chats são sessões de discussão, previamente agendadas, que têm como principais objetivos promover o aprofundamento de um conteúdo específico e, paralelamente, a interação entre tutores e alunos.

Avaliação e Certificação

A avaliação deverá ser feita, principalmente, em relação à funcionalidade do Curso, eficácia e desenvolvimento dos conteúdos em cada uma das semanas previstas.

Os instrumentos de avaliação são elaborados e acompanhados por especialistas da área de avaliação em programas de EaD a partir dos resultados obtidos pelo: a) sistema contínuo de apoio ao aluno à distância, conferido por meio de relatórios específicos da monitoria e da tutoria (feedbacks quinzenais); b) pela interlocução dos alunos nos seminários presenciais, na teleconferência, nos fóruns e em chats publicados no AVEA do Curso; c) pela elaboração e entrega da avaliação final proposta no Curso (um plano estratégico que poderá ser desenvolvido individualmente ou em grupo).

A avaliação figura, portanto, como uma ferramenta importante e necessária enquanto indicativo de constante melhoria do processo de ensino e aprendizagem. Neste Curso em especial, a avaliação dos participantes não tem objetivo de atribuir nota, mas sim, de acompanhar o desenvolvimento e a participação dos alunos no Curso, como um todo.

Este é um Curso de Extensão Universitária e todos os alunos que obtiverem desempenho satisfatório serão devidamente certificados pela Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC).

Check-in

O mercado de Turismo está em expansão. Para se ter idéia, até 2010, a estimativa é que sejam criados cerca de 1, 7 milhões de empregos. Isto significa um incremento de U$ 7,7 bilhões na economia do país. (MTur)

sexta-feira, 28 de novembro de 2008

Administração do turismo

Vivemos hoje a realidade de uma oferta cada vez maior de serviços no setor de turismo. No entanto, aparentemente, seus agentes nem sempre levam em conta os diferentes graus de intangibilidade do produto com que trabalham.
A especialização resultará em um gerenciamento eficaz da demanda existente e em uma conquista do mercado potencial, obtendo-se maior produtividade.
As regras de
marketing moderno podem ser aplicadas ao turismo municipal em todos os níveis. A maior ou menor sofisticação do processo será ditada pela realidade de cada localidade, mas as leis básicas são aplicáveis tanto nos pequenos como nos grandes municípios com atrativos truísticos.
Na comercialização dos produtos turísticos, qualquer município que não oferecer uma resposta clara à realidade mercadológica, ou que tentar desafiá-la, estará destinado ao insucesso.
Ao contrário, aquele que por processos sofisticados, por simples sensibilidade ou por experiência encontrar seu lugar no processo e adotar o
marketing turístico correto sairá vitorioso.

Importância da Administração.
Não desconsiderando a importância e habilidade de gerentes considerados experientes, os gerentes talentosos com bons conhecimentos de marketing continuam sendo essenciais a qualquer empreendimento turístico. Seu êxito será maior se souberem utilizar melhor as ferramentas que o marketing turístico moderno coloca à sua disposição.
Nos últimos anos, o treinamento e a capacitação dos recursos humanos para a prestação de serviços turísticos vêm recebendo a atenção não só dos orgãos públicos e das empresas privadas do setor, mas também das próprias pessoas (colaboradores e proprietários) envolvidos com os empreendimentos da área.
Isso ocorre geralmente devido à conscientização de que o êxito empresarial ou as oportunidades de ascensão na carreira dependem, cada vez mais, da capacitação técnica.
Para fazer frente às exigêcias crescentes dos turistas e à intensa competitividade entre as empresas e os destinos turísticos, o aspecto empírico obrigatoriamente deve dar espaço ao aspecto profissional.

Dirigente Municipal de Turismo.
Na operação diária, o dirigente municipal de turismo coordena, hierarquiza e disciplina as funções do turismo, buscando meios materiais e humanos para sua execução.
O dirigente municipal de turismo define a política de
marketing e a desenvolve, na prática, procurando adequar o produto turístico produzido e oferecido à demanda turística.
O dirigente municipal de turismo pode e deve influenciar no preço, qualidade, destribuição, promoção, propaganda, crédito, cobrança e pós-veda dos produtos turísticos. Devemos ainda considerar que o turismo municipal tem como característica fundamental o inter-relacionamento com empresas afins, agência de viagens, transportadoras, agências de congressos, restaurantes, hotés e outros.
Só recentemente os conceitos de
marketing começaram a sensibilizar os empresários do ramo de hotelaria brasileira.
Em outras épocas, a tradição e espontaneidade definiam os esquemas de comercialização nos hotéis. Os hotéis tinham as estruturas determinadasapenas por fatores hitóricos, por tradição, por decisões. adaptações, que simplesmente levavam a copiar formas e atitudes, tendo como parâmetro a velha hotelaria européia.
Quando o turismo começou a ser tratado como indústria, as redes multinacionais ou internacionais adotaram estratégias de
marketing que deixaram de ser luxo ou excentricidade. O marketing no turismo transformou-se em uma necessidade, uma exigência da sistemática de comercialização.
O esforço de
marketing, aplicado com critério, tem conseguido representar - para um grande número de hotéis - a diferença entre a estagnação e o desenvolvimento, o retrocesso e o progresso.
Muitas vezes, um planejamento correto de
marketing substitui investimentos físicos óbvios, de custo em geral superior e de dividendos nem sempre garantidos e muitas vezes questionáveis.
A tendência de participação cada vez maior dos esquemas de
marketing no planejamento, na operação e na promoção da indústria hoteleira, já é consagrada nos grandes mercados turísticos e está apenas começando no Brasil.
Quandos os objetivos implicam altos investimentos, deve-se ter como parâmetro pesquisas que demonstrem que o projeto realmente é exequível. Esses dados servirão como orientação para prever se o retorno previsto ou estimado será compatível com investimento.
A análise do conteúdo da pesquisa requer uma reflexão no sentido de compreender as características, estruturas ou modelos que estão por trás das mensagens representadas pelo conjunto de dados obtidos.

Tendências Negativas do Administrador.
As causas da dificuldade em avançar são várias e quase sempre dizem respeito a determinadas características ou tendências pessoais negativas, que funcionam como obstáculo à concretização de qualquer plano bem intencionado.
Quando uma empresa não consegue avançar, a despeito dos planos encetados nessa direção e de apresentar todas ou quase todas as condições necessárias para o avanço, é porque certamente conta, em seu quadro, com indivíduos:
  • autistas (fechado para o mundo externo);
  • derrotistas (qualquer pequena adversidade é a derrota);
  • proletadores (compelidos a adiar atividades sem prever o amanhã);
  • arrogantes (seguros de si, que se acham superiores);
  • limitados (não enxergam nada além de sua atuação);
  • preconceituosos (opinião antecipada sem qualquer ponderação);
  • desconfiados (progredir significa "politicagem" e fracasso do superior).
O dirigente turístico municipal deve ter atuação constante e manter contato permanente com a comunidade, O objetivo desse constante contato é não só dinamizar o turismo, mas também dar assistência ao processo de encontro entre a comunidade receptiva e os turistas.
Um aspecto que julgamos de maior importância é a postura ou perfil do dirigente municipal de turismo. Ele precisa ter profundos conheciemntos na área de
marketing (sobretudo marketing aplicado ao turismo), porque a ato de consumo turístico se processa junto ao centro receptor, isto é, no próprio município.
O
marketing engloba um conjunto de ações que devem ser tomadas e que vão desde a concepção do produto até a satisfação do cliente (turistas) após o ato de consumo.
Nas empresas existe a preocupação em maximizar os lucros e satisfazer o cliente - resultados finais de todas as ações que interferem no quadro econômico ou na confecção do produto turístico.
Partindo do pressuposto de que o município preenche os pré-requisitos para a viabilização turística, o dirigente municipal deve, antes de vender seu produto, conscientizar sua comunidade da importância dessa atividade. Em segundo lugar, deve identificar os produtos turísticos e iniciar o precesso de venda aos consumidores.
Os dirigentes municípais dispõem de alguns instrumentos de
marketing que podem ser usados. O bom uso desses instrumentos é indispensável para vender aquilo que o município possui, isto é, seus produtos turistícos.
O produto turístico deve, acima de tudo, ser de acordo com os desejos e as necessidades dos visitantes (turistas), precisa ser anunciado, comunicado e promovido. Os principais instrumentos de marketing untilizados são os sistemas de informação, as relações públicas, a promoção de vendas, a publicidade e propaganda.

Exigências para um Bom Gerenciamento.
Uma boa e bem sicedida gerência no negócio envolve várias exigências como:
  • manter um bom sistema de transporte, frequente e cnfiável;
  • evitar excessos com serviços simples e eficintes;
  • facilitar e simplificar registros;
  • garantir boa qualidade nas acomodações;
  • facilitar e priorizar informações;
  • tem uma política eficiente dos assessores;
  • disponibilizar informações prontamente aos turistas.
A postura mercadológica do dirigente municipal de turismo tem-se modificado ainda lentamente nesses últimos anos. O dirigente viu-se obrigado a abandonar aquela postura cômoda, aquele comportamento passivo, que o fazia apenas aguardar eventuais turistas.
Com as constantes mudanças e a necessidade de crescimento do ramo de turismo, o dirigente tem por obrigação ser dinâmico em seus negócios, ampliando a oferta e qualidade dos seus produtos turísticos.
Considerando os desejos e motivação dos turistas, o dirigente deve buscar alternativas no que se refere a criar formas de atender e satisfazer as reais necessidades dos turistas; além de ficar atento às tendências do turismo nacional e internacional para adequar o seu município e essas tendências.
O dirigente e todos os segmentos municipais interessados e participativos do turismo do município devem participar e promover reuniões, encontros, seminários, congressos, buscando observar as tendências mercadológicas do turismo.
O investimento em turismo está respaldado em tendência histórica mundial de crescimento firme e regular, pois o turismo cresce com aumento da renda e da população.
Mas o turismo exige uma administração eficiente, isto é, precisa de um mínimo de competência administrativa, pois ela será a resposta séria e consistente aos desafios desse setor, que é promissor e se desenvolve rapidamente.
Considerando o processo de gerência de
marketing, alguns aspectos merecem maior ou particular atenção, por meio de conceitos geris, visando a concluir satisfatoriamente o plano de marketing turístico.
Uma empresa de porte, eventualmente, tem um gerente para cada área, ou seja, um responsável para cada parte do plano. Isso demonstra um outro ponto importante: o gerente de
marketing, para ter sucesso no seu plano de marketing turístico, não pode se confinar somente nas matérias de marketing.
No desenvolvimento do plano de
marketing turístico, o gerente poderá de defrontar com alguns problemas específicos do turismo, como, por exemplo, a demanda flutuante e a falta de lealdade de colaboradores.
Isso implica na participação constante de uma equipe de colaboradores não somente do seu próprio departamento, mas também de profissionais de outros departamentos ou até mesmo de outras regiões, objetivando cobrir possíveis falhas.
No setor público, as adversidades são maiores, pois os coordenadores devem convencer as autoridades a abrir mão de seus próprios interesses para atender aos da grande maioria, que é o público em geral.
Além da cooperação com o planejamneto essencial e atender aos interesses do turista, devem ainda porteger as muitas atrações que os turistas visitam.
Tuso isso implica em uma aceitação de que o papel de toso pessoal em organizações de turismo é o de satisfazer oas turistas/clientes e proteger os seus interesses - atrações - a longo prazo. O gerente de
marketing tem um papel fundamental na execução dos planos para cumpir essa importante missão.

Administração da Qualidade do Turismo.
Como não poderia deixar de ser, um aspecto importante no gerenciamento do turismo pe a implantação, manutenção e projeção da qualidade. A qualidade é uma preocupação nova para a gerência, necessita de vários treinamentos em todos os níveis e deve ainda ter a participação de toda a empresa.
A qualidade do turismo deve ser corretamente ensinada e para isso é necessário conhecimentos em marketing, pois os ensinamentos serão os sustentáculos da qualidade dos produtos turísticos. Finalmente o controle de qualidade pede treinamento sustentado no campo da comunicação e na liderança das equipes.
Livro: Hotelaria e Turismo, 2004

quinta-feira, 27 de novembro de 2008

Check-in

O turismo predador ou predatório é a atividade ocasionada normalmente pelo turismo em massa, que provoca perdas para o patrimônio natural e cultural. Praias sujas, rios poluídos e monumentos pichados são reflexo dessa atividade. Por isso há a necessidade de concientização e de acompanhamento de órgãos governamentais e de profissionais qualificados quanto ao crescimento e à exploração das regiões turísticas.

quarta-feira, 26 de novembro de 2008

Glossário Turístico

Entender a linguagem utilizada no setor de turismo nem sempre é tarefa fácil, e às vezes um mal entendido pode causar muitos aborrecimentos. Aqui vão algumas terminologias empregadas no setor turístico.

ABAV - Associação Brasileira das Agências de Viagens
ABIH - Associação Brasileira da Indústria de Hotéis
ABBTUR - Associação Brasileira Bacharéis em Turismo
ABECS - Associação Brasileira das Empresas de Cartão de Crédito e Serviços
ABEOC - Associação Brasileira das Empresas Organizadoras de Eventos
ABRACCEF - Associação Brasileira dos Centros de Convenções, Exposições e Feiras,
ABRACE - Agências Brasileiras de Turismo Operadoras em Congressos e Eventos
AMPRO - Associação de Marketing Promocional.

ANAC - Agencia Nacional de Aviação Civil substituiu o antigo DAC - Sigla de Departamento de Aviação Civil, órgão federal responsável pela fiscalização e normatização da avião comercial e executiva do País.
BITO - Brazilian Incoming Tour Operators,
EVENT POOL - Associação de Agências Operadoras de Turismo
FAVECC - Fórum das Agências de Viagens Especializadas em Contas Corporativas,
FBC&VB - Fórum Brasileiro dos Convention & Visitors Bureau,
ICCA - International Convention & Congress Association,
UBRAFE - União Bras. dos Promotores de Feiras,
WTTC - Conselho Mundial de Turismo

Alfabeto aeroviário - Conjunto de palavras utilizadas para informar, sem erros, letras que compõem, por exemplo, um código de reserva.

A – Alfa, B – Bravo, C – Charlie, D – Delta, E – Eco, F – Fox, G – Golf, H – Hotel, I – Índia, J – Julliet, K – Kilômetro, L – Lima, M – Mick, N – November, O – Oscar, P – Papa, Q – Quebec, R – Romeu, S – Sierra, T – Tango, U - Urbano ou uniform, V – Vitor, X – Xadrez, W – Whisky, Y – Yank, Z – Zulu.

Airline - Companhia aérea.

Air Show - Nome das informações sobre o vôo que aparecem na tela de vídeo do avião, como por exemplo, a distância e duração.

Airpass - Passe ou passagem aérea vendida pelas companhias para vôos regionais no exterior .

Accompanied Baggage - Bagagem transportada na mesma aeronave que pax, podendo ser arrolada (quando transportada no compartimento de carga da aeronave, estando sob responsabilidade da Cia aérea) e não arrolada (quando transportada pelo pax na cabine da aeronave, ficando sob responsabilidade do próprio).

ALI (Aditional Liability Protection) - Ou seguro para terceiros, no caso de locação de veículos, dá proteção adicional contra danos pessoais e materiais causados a terceiros.

All inclusive - Termo normalmente associado à hotelaria. Determina o sistema no qual todas as despesas (como refeições, bebidas alcoólicas e até gorjetas) estão incluídas no valor da diária paga pelo hóspede.

All suites - Hotel que possui apenas suites: apartamentos com uma sala anexa.

Arunk - Abreviatura do inglês "Arrival Unknown" que significa "chegada desconhecida"; é usado quando o passageiro tem uma data de saída de um destino, sem que no mesmo bilhete aéreo conste a data em que chegou àquele mesmo destino .

Arrival – Desembarque.


Ballroom - Salão de eventos, como festas, congressos e bailes.

Bed & Breakfast - Literalmente, cama e café da manhã. Termo normalmente utilizado para designar hospedagem econômica.

Bell boy - Mensageiro; termo, associado principalmente aos hotéis .

Block Off - Bloqueio de determinado número de assentos, em vôos regulares, para uso exclusivo.

Boarding-Pass - Cartão de embarque contendo os principais dados da passagem (destino, nome do passageiro, poltrona e os números do vôo).

Braztoa - Associação Brasileira das Operadoras de Turismo.

Breakfast – Café da manhã.

Bridge - Ponte; no caso dos navios, Ponte de Comando.

Budget - Termo que, quando associado a um hotel, designa um tipo de empreendimento econômico .

Business travel - Viagem de negócio.

Bus List - Lista de passageiros exigida pelo D.N.E.R.

By night - Passeio noturno pela cidade.


Carry on - Bagagem de mão que os passageiros podem levar consigo, sem a necessidade de despachar .

CDW (Collision Damage Waiver) - Termos utilizado em locação de veículo, é o seguro do carro contra roubo, furto, colisão ou incêndio, sem pagamento franquia.

CHD - Abreviatura de children (criança). Há variações, mas normalmente é para passageiros com idade de 2 a 11 anos.

Charter - Vôo fretado, geralmente mais barato que o regular, com saída única (mesmo que dentro de uma série), e datas pré-determinadas.

Check-In - Procedimento de embarque realizado no aeroporto junto ao balcão da companhia aérea; ou procedimento de entrada em hotel.

Check-Out - Procedimento de saída em hotel.

Check-Room - Verificação do apartamento (frigobar) realizada pelo hotel no check-out.

City Tour - Passeio turístico por uma cidade, geralmente a bordo de ônibus/micro-ônibus, com guia local.

Code Share - Código compartilhado; acontece principalmente quando duas companhias aéreas utilizam o mesmo avião em determinada rota.

Coffe Break - Lanche rápido oferecido no intervalo dos eventos.

Collect call - Ligação telefônica a cobrar.

Conciergerie - Departamento responsável pela assistência às pequenas. necessidades dos hóspedes, que necessariamente não são atendidas pelo hotel. Por exemplo: compra de ingressos para shows e envio de flores.

Conexão - Termo associado principalmente aos vôos; designa a necessidade de troca de aeronave em um determinado aeroporto para o prosseguimento da viagem até o destino final. Exemplo: do Rio de Janeiro para Manaus, com conexão em Brasília.

Convention bureau - Autarquias responsáveis pelo fornecimento de informações turísticas aos visitantes; também atuam na captação de eventos que são organizados nas cidades.

CRS - Do inglês "Computerized Reservations System" (sistema computadorizado de reserva). Utilizado principalmente pelas agências de viagens e sites de turismo, permite consultar e fazer reservas em companhias aéreas do mundo todo, além de hotéis pertencentes a grandes redes e locadoras de veículos. Foram criados para automatizar o processo de emissão manual de bilhetes aéreos. Os maiores CRS do mundo são, em ordem alfabética, Amadeus, Galileo, Sabre a Worldspan.

CSL - Abreviatura usada para acomodação de casal na hotelaria.

Cruise line - Companhia de cruzeiro marítimo.


DAC - Sigla de Departamento de Aviação Civil, órgão federal responsável pela fiscalização e normatização da avião comercial e executiva do País agora substituido pela ANAC - Agencia Nacional de Aviação Civil.

Dataporta - Instalação oferecida nos apartamentos dos hotéis com entrada para laptop.

Dau Rate - Percentual de diária cobrado dos hóspedes que ficam no hotel após ter-se encerrado a diária. Geralmente o valor é correspondente a 50% da diária.

Day use - Utilização durante o dia. Termo utilizado principalmente para hotelaria, referindo-se às utilização de um quarto/apartamento apenas durante o dia e não para passar a noite. É comum em escalas entre vôos cujo o intervalo é de muitas horas.

Dead Line - Prazo para re-confirmação e/ou pagamento de serviços contratados.

Deck - Termos utilizado basicamente para navios, referindo-se aos andares. É comum também a utilização do termo "ponte".

Departure - Origem, embarque.

Diária - Utilizado principalmente para designar um período pelo qual está sendo feita a reserva ou pagamento. Há variações: em muitos hotéis, por exemplo, as diárias começam e terminam ao meio dia; em outros às 14 horas.

Double (DBL) - Apartamento para duas pessoas.

Downgrade - É quando o passageiro recebe um serviço inferior ao que foi contratado, seja em hotel, ou cias aéreas. Você pode até ser ressarcido depois, mas o constrangimento, já vai ter acontecido.

Duty Free Shop - Lojas onde não é cobrado o imposto governamental e, portanto, os importados são mais baratos.


Early check-in - Entrada no hotel antes do horário normal ou programado.

Embratur - Instituto Brasileiro de Turismo, órgão federal vinculado ao Ministério dos Esportes e Turismo.

Endorsement (ND)- Característica de bilhete aéreo que permite ao pax voar o mesmo trecho em outra Cia aérea.

Escala - Termo utilizado principalmente em relação aos vôos; parada em um determinado aeroporto, sem necessidade de troca de avião, antes da chegada ao destino final. Exemplo: de São Paulo para Fortaleza, com escala em Salvador.

E-ticket - Abreviatura de "eletronic ticket". Dispositivo que começa a ser utilizado pelas empresas aéreas em substituição à passagem aérea emitida em papel. O viajante informa um código recebido previamente, apresenta uma identificação e recebe o cartão de embarque.


Fair - Tarifa Fitness center - Termo normalmente associado a hotéis; local onde ficam a sauna, sala ginástica, sala de massagem, piscina e embelezamento; chamado também de Health Club Ferry boat - Meio de transporte aquático, para pessoas acompanhadas ou não por carros Fortait - Roteiro de viagem feito sob medida Fretamento - Veja "charter" Full fare - Tarifa cheia, sem a aplicação de descontos promocionais.

Fam Tour - Viagem de familiarização.

Folder - Folheto turístico.

Forfait - Pacote individual montado por uma agência exclusivamente para um passeio ou um grupo pequeno. É o serviço que chamamos em nosso site de "viagem sob medida", um roteiro de viagem feito para atender a necessidade específica do passageiro. O sinônimo é "taylor made" ou feito sob medida.

Full Fare - Tarifa publicada, sem descontos. Na hotelaria, é a "balcão" (aquela afixada na recepção). Na Cia. Aérea, é a tarifa "cheia".


Gate - Portão de embarque.

GDS - Do inglês "Global Distribution System" (sistema global de distribuição). São uma evolução dos CRS e utilizados principalmente pelas agências de viagens e sites de turismo, permite consultar e fazer reservas em companhias aéreas do mundo todo, além de hotéis pertencentes a grandes redes e locadoras de veículos. Os maiores GDS do mundo são, em ordem alfabética, Amadeus, Galileo, Sabre a Worldspan.

GN-10 - Tarifa promocional, com prazo estipulado para permanência no destino.

Go Show - Embarque através da lista de espera.


Hall Lobby - Saguão. Área de entrada e de estar do hotel.

Happy Hour - Horário compreendido entre 17h. r 20h. destinado a um "drink"e conversas informais.

Health Club - Similar a fitness center, indica uma área, normalmente em hotéis, que oferece serviços como massagem, sauna, relaxamento, ginástica e condicionamento físico.


AITA - Sigla da International Air Transport Association, entidade que reúne empresas aéreas no mundo todo.

INF - Abreviação de "infantil", normalmente associada a criança de 0 a 1 ano.

Infant Fair - Tarifa aéreas para crianças com menos de 2 anos que viajam no colo.

Information Desk - Posto de informações turísticas.


Jet lag - Mal-estar causada pela mudança de fuso horário; acontece normalmente após vôos de longa duração.

Jurcaib - Sigla de Junta de Representantes das Companhias Aéreas Internacionais no Brasil, entidade que reúne as empresas estrangeiras com operações ou escritórios no país.


King size bed - Cama de casal maior que o normal, normalmente com 2m x 2m.


Landing Card - Cartão de permanência em países estrangeiros.

Last Call - Última chamada para embarque.

Late check-out - Saída do quarto/apartamento após o horário normal ou programado. Normalmente os hotéis dão uma tolerância de até duas horas.

Localizador - Termo comum na aviação comercial, é um código que identifica uma reserva.

Leasing - Sistema comum principalmente na França, pelo qual o passageiro torna-se dono de um carro zero quilômetro por períodos que podem variar de 17 dias a seis meses. Depois desse tempo o carro é "recomprado" pela empresa, que não faz mais o leasing do mesmo.

LDW (Loss Damage Waiver) - Ou Seguro Total sem Franquia, para o caso de locação de veículo.

Life boat - Bote/barco salva-vidas.

Lift - Termo normalmente associado às estações de esqui, designa os "meios de elevação" que levam os esquiadores até os pontos de onde descem as pistas.

LIS (Liability Insurance Supplement) - Termo utilizado em locação de veículos no exterior, que significa Suplemento ao seguro de responsabilidade.


Lista de espera (wait list) - Relação com nomes de passageiros que desejam embarcar em um vôo que já está com todos os lugares reservados. Havendo alguma desistência ou não comparecimento, são convocados os nomes da lista.

Loc -
Código que permite localizar a situação do pax na Cia aérea (alfanumérico).

Lounge - Salão, sala de estar dos hotéis ou sala vip no caso de aeroportos.

Luxe - Melhor categoria na classificação hoteleira.


Maleteiro Bagageiro - Compartimento destinado para carga.

Maleteiro Mensageio - Encarregado das malas no hotel.

MAP (half board) - Sigla que indica "meia pensão" Meia pensão - Sistema de hospedagem com café da manhã e mais uma refeição (almoço ou jantar) Milhagem - Também conhecido como Plano de Milhagem, é uma premiação que as companhias oferecem em troca da fidelidade dos passageiros. Exemplo: ao comprar uma passagem São Paulo-Manaus o passageiro pode ganhar 10 mil milhas. Ao juntar 30 mil pode trocá-las por uma passagem aérea. A utilização das milhas, contudo, deve ser solicitada com antecedência, pois é sujeita à disponibilidade de lugar.

Milhagem - Sistema utilizado pelas companhias aéreas para premiar os passageiros mais freqüentes.


NCO - Crédito que a Cia. aérea dá ao pax em função do cancelamento de uma viagem.

Non Stop - Vôo sem escalas.

No Show - Não comparecimento de um passageiro ao embarque ou a não entrada do hóspede.


On time - No horário.

One Way Ticket -
Bilhete para um único trecho (ida e volta).

OP - Autorização para emissão de passagem em outro local, normalmente nos aeroportos. É utilizado principalmente em viagens de última hora.

Open Ticket -
Bilhete com um trecho em aberto (sem confirmação e sem reserva).

Open voucher - Documento que garante a prestação de um serviço que ainda não tem data definida.


Operadora - Empresa responsável pela montagem dos pacotes turísticos

Operator - O mesmo que operadora

Opinário -
Formulário de investigação da qualidade dos serviços turísticos utilizados.

Overbooking - Acontece quando a empresa aérea vende mais assentos que o número total do avião; ou quando o hotel reserva um número maior de apartamentos do que o disponível.

Outlet - Loja de fábrica ou conjunto de lojas que vendem diretamente do fabricante para o consumidor; podem ser chamadas também de outlet mall ou factory outlet.


PAI (Personal Accident Insurance) - Ou Seguro Pessoal, cobre as despesas médicas dos ocupantes do carro alugado em caso de acidente.

Pax – Passageiro.

Pensão completa - Sistema de hospedagem que inclui todas as refeições .

Person to Person -
A ligação telefônica só é efetuada se atender a pessoa solicitada.

Pitch – O espaço entre as poltronas de um avião.

PNR - Do inglês "Passanger Number Reservation"; trata-se do resumo de uma reserva de passagem aérea.

PTA - Pre Pay Ticket Advice, termo para designar que o pagamento do bilhete será realizado em um lugar e a emissão será feita em outro, normalmente em um aeroporto da mesma cidade ou mesmo de outra. O passageiro deverá apresentar o RG ou passaporte para a retirada.

Ponto a Ponto - Tarifa promocional para o exterior, em que as datas são previamente marcadas e o tempo de permanência é limitado e estipulado.

Private fair - Tarifa privativa, normalmente disponível apenas para grandes empresas.

Protect Bag - Proteção de bagagem.


Quádruplo (QDP) - Apartamentos para quatro pessoas.

Queen Size Bed - Cama de casal pequena (de viúvo). 0 padrão americano é 2m por 1,20m.


Receptivo - Serviços prestados aos viajantes no local de destino. Normalmente as empresas contratam os serviços de receptivo onde não têm filiais Rent - Aluguel; no caso de veículos, rent-a-car/aluguel de carros.

Room Service - Serviço de quarto solicitado à copa do Hotel.

Rooming List - Relação de nomes de passageiros, divididos de acordo com os hotéis e acomodações a serem utilizados. Lista de distribuição de um grupo pêlos apartamentos já reservados em um hotel.


Seguro Viagem - Seguro vendido no Brasil para cobertura de eventuais emergências (Médicas, jurídicas e etc.) no exterior.

Sightseeing - Visita aos pontos turísticos da cidade.

Single -
Apartamento para uma pessoa.

Sindetur - Sindicato das Empresas de Turismo, uma das entidades mais antigas do setor; tem diversos capítulos estaduais.

SLI (Supplemented Liability Insurance).

Snea - Sigla de Sindicato Nacional de Empresas Aeroviárias, entidade que reúne as empresas aéreas nacionais.

Standard (STD) - Categoria de apartamento padrão na hotelaria.

Stand by - Quando o passageiro/viajante está em situação sujeita a disponibilidade de lugar.

Status – Situação da reserva.

Sticker - Trata-se de um adesivo especial emitido pela Cia aérea, destinado a marcar ou alterar uma reserva em bilhete já emitido. Só tem validade quanto protocolado pela própria Cia.

Suite - Categoria de apartamento na hotelaria, que inclui: sala, banheiro e quarto.

Surface - Termo associado ao bilhete aéreo. É um trecho implícito que é feito por terra. Exemplo: Vôo São Paulo-Miami, surface, Orlando-São Paulo. Ou seja, não há o trecho aéreo entre Miami e Orlando.


Take Off – Decolagem.

Tarifa Balcão - Preço original sem a utilização de desconto em hotéis.

Tax - Taxa (imposto devido sobre qualquer serviço turístico).

Ticket (TKT) - Bilhete de passagem.

Toll Free - Chamada telefônica gratuita.

Tonelagem - Termo utilizado principalmente em relação aos cruzeiros marítimos. Não significa, contudo, o peso, sendo mais uma medida de espaço. Para saber se um navio tem bom espaço interno, por exemplo, é comum dividir a tonelagem pelo número de passageiros. Se o resultado for superior a 23 o navio é considerado como tendo um com espaço médio.

Trade -
Conjunto de órgãos e associados ligados à atividade turística.

Transfer - Transporte, normalmente do aeroporto para o hotel; o mesmo que traslado; comum também na formação "transfer in" ou "transfer out", respectivamente transporte de chegada e saída.

Traslado - O mesmo que "transfer".

Traveller's Check - Cheque de viagem que pode ser comprado em qualquer casa de câmbio do país mediante apresentação de passaporte e passagem aérea; também podem ser comprados em algumas agências bancárias.

Tour - Muitas vezes utilizado como sinônimo de passeio.

Tour operator - Veja Operadora.

Tour guide - Guia turístico.

Tour condoctor - Guia turístico.

Trip – Viagem.


Uma perna - Apenas um trecho de uma viagem e não uma ida e volta. Exemplo: São Paulo-Rio de Janeiro .

Upgrade - Transferência de uma classe para outra superior sem pagamento de taxa adicional.


Valet Parking - Estacionamento com manobrista .

Vip - Do inglês Very Important Person (pessoa muito importante) .

Visto (Visa) - Autorização, concedida ou não, para que um estrangeiro possa visitar outro país. Antes de viajar ou de comprar a viagem é fundamental saber se o país de destino exige ou não o visto de brasileiros. Em caso positivo, informe-se sobre a documentação necessária e os prazos para a entrega do requerimento .

Void - Termo usado para invalidar espaços não utilizados em bilhete aéreo.

Vôo charter -É quando uma agência de turismo compra todas as passagens de um avião e depois as revende, fretamento.

Vôo regular - Que faz parte dos serviços rotineiros de uma empresa aérea, com partida e chegada independente do número de passageiros .

Voucher - Ordem de serviço turístico emitido pela agência, operadora ou sua representante legal. Normalmente os viajantes levam consigo e devem fazer a contra-apresentação para a prestação do serviço.

Check-in

De 1997 a 1999, o número de pessoas qualificados dentro do setor turístico por programas de capacitação profissional, efetuados pela Embratur e Ministério do Trabalho, subiu de 80.000 para 118.000 pessoas.

Turismo mundial enfrenta um de seus piores momentos diz OMT

PARIS (AFP) - A crise financeira representou para o turismo "um dos piores golpes de sua história", anunciou neste domingo a Organização Mundial de Turismo (OMT), destacando a queda de seu crescimento, que se reflete na França, primeiro destino mundial, e em seu concorrente na Europa, a Espanha.

Após quatro anos de sucesso, "o turismo vive um dos piores golpes de sua história", declarou o subsecretário-geral da OMT, Geoffrey Lipman, admitindo que "as perspectivas para 2009 são preocupantes" e que não se prevê "recuperação no primeiro semestre".

Segundo a OMT, a crise financeira provocou um claro freio no crescimento do turismo internacional, que se limitará a 2%, em 2008. No ano que vem, na melhor das hipóteses, será nulo.

Em 2007, 9O3 milhões de turistas viajaram pelo mundo, ou seja, 6,6% a mais do que em 2006, resultado que foi superior às previsões.

Apesar da crise financeira, a OMT, agência subordinada às Nações Unidas, mantém suas previsões de longo prazo e acredita que, em 2020, o número de turistas baterá a casa de 1,6 bilhão.

Menos afetado do que outros setores, como o imobiliário, o da construção, ou o de automóveis, o turismo também sofre as conseqüências da recessão nos países industrializados, embora não se possa negar que, "quando a atividade se reaquece, é também o primeiro setor que floresce", segundo a OMT.

As viagens de negócios se vêem especialmente atingidas: as empresas, sobretudo, do setor financeiro e bancário, reduziram seus orçamentos, assim como o número de seminários e conferências.

Depois de uma alta contínua de 5,7% nos primeiros quatro meses de 2008 e de um recorde de 7% em maio, o crescimento do turismo internacional começou a estancar a partir de junho (1,5%).

Nos primeiros oito meses do ano, o mercado aumentou uma média de 3,7%, mas, de acordo com a OMT, essa tendência se degradou. A queda foi particularmente sentida na Ásia-Pacífico, em pleno boom até março (um aumento de 7%, em 18 meses), e onde os turistas internacionais diminuíram em 2% em agosto.

Já o índice de progressão do turismo na África se dividiu, a 3,2%, para um período de oito meses.

A atividade na Europa também recuou (1,7%, em oito meses), após ter experimentado um aumento médio 5% nos últimos dois anos.

Primeiro destino mundial, com 81,9 milhões de turistas em 2007, a França refletiu essa tendência - nos primeiros sete meses do ano, o número de visitantes diminuiu em 0,6%. Junho e julho registraram os piores resultados, com quedas de 3,3% e 2,8%, respectivamente.

Essa nuvem preta também passou por sua principal concorrente na Europa, a vizinha Espanha, que sofreu um retrocesso de 0,9% em nove meses. Seu pior momento foi em julho, em plena estação de veraneio (hemisfério norte), onde a queda no número de visitantes chegou a 8%.

Já os Estados Unidos atraíram, por conta da debilidade do dólar, 9,5% a mais de turistas desde o início do ano. Essa mesma tendência positiva se refletiu no Oriente Médio, onde o setor registrou alta de 17,3%.

Uma conferência regional de especialistas e ministros da OMT dedicada à crise e ao meio ambiente está prevista para os próximos domingo e segunda-feira, em Sharm el-Sheikh, a localidade costeira egípcia que quer se transformar em um destino "ecológico", seguindo o exemplo do Sri Lanka.

Entre as possíveis receitas contra a crise, Lipman sugeriu "uma moratória sobre os impostos relacionados às viagens".

"Os governos devem se dar conta de que não é o momento de aumentar a carga das empresas", insistiu.

Por Diário do Turismo, 24/11/2008.

terça-feira, 25 de novembro de 2008

Ministério do Turismo quer pressa no trem de alta velocidade

A ministra do Turismo, Marta Suplicy, participou de reunião de trabalho no Palácio do Planalto sobre o projeto de implantação do Trem de Alta Velocidade (TAV), que irá ligar São Paulo e Rio de Janeiro.
O Ministério do Turismo passa a fazer parte do Grupo de Trabalho (GT) coordenado pela Casa Civil e que também tem representantes dos Ministérios dos Transportes; Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior; e Ciência e Tecnologia, além do Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES). O MTur tem especial interesse em acelerar o projeto que interliga os principais aeroportos do país, por onde entraram mais de 3 milhões de turistas estrangeiros em 2006. As regiões metropolitanas de São Paulo e do Rio de Janeiro são separadas por menos de 500 Km e têm, respectivamente, cerca de 19 milhões e 12 milhões de habitantes. A região de Campinas, a cerca de 100 Km de São Paulo, abriga mais de 2,5 milhões de pessoas.
Além disso, a implementação do TAV interligando estes aeroportos atende à necessidade de mobilidade para os turistas, uma das demandas identificadas pelo Estudo de Competitividade dos 65 Destinos Indutores do Desenvolvimento − Relatório Brasil, elaborado pela Fundação Getúlio Vargas (FGV) e encomendado pelo MTur.
O diagnóstico é um trabalho que objetiva orientar políticas e ações, no intuito de racionalizar esforços e recursos dos governos federal, estaduais e municipais no desenvolvimento do turismo.
A implantação do TAV também atenderá à demanda gerada pela realização da Copa do Mundo de Futebol de 2014, que será realizada no Brasil.

Por Correio do Brasil - DF

Trem de alta velocidade Rio-São Paulo (TAV)

O trem rápido de passageiros a ser implantado entre o Rio de Janeiro e São Paulo integra uma ligação que conecta as duas maiores regiões metropolitanas do país, cuja população reúne aproximadamente 29 milhões de habitantes. Juntos, os respectivos estados participam com mais de 44% do PIB brasileiro, onde estão instaladas mais de 50% das indústrias do país.
Por sua importância para a economia do país, essa ligação a ser operada por trens rápidos de passageiros foi incluída no Plano Nacional de Viação, lei federal 11.297/2006. Essa medida permite que o governo federal a inclua em iniciativas futuras visando sua implantação, contando para isso com participação privada.
Nos últimos anos diversos estudos foram desenvolvidos, visando conhecer melhor diversos aspectos desse eixo, como suas características físicas, os volumes estimados da demanda distribuídos nos modos atuais, etc. Dentre eles, destaca-se o desenvolvido entre 1997 e 1998, envolvendo os governos do Brasil e da Alemanha.
Este estudo propõe a implantação de um trem de alta velocidade interligando os dois principais centros urbanos brasileiros, São Paulo e Rio de Janeiro prolongando-se até Campinas.
A diretriz de traçado proposta nesse estudo, além de atender as regiões metropolitanas de São Paulo e Rio de Janeiro, previa também a implantação de estações intermediárias em importantes pólos regionais, tais como São José dos Campos, Taubaté, Jundiaí, Resende e Volta Redonda.
O traçado proposto pelo estudo requeria a implantação de nova infra-estrutura ferroviária, aproveitando-se pequenos trechos da faixa de domínio ferroviária existente, principalmente nas regiões metropolitanas de São Paulo, Rio de Janeiro e Campinas. Este traçado se desenvolve ao longo de eixo rodoviários consolidados no Estado de São Paulo – marginal do Rio Tietê, rodovias Anhanguera, Dutra e Airton Senna e ao longo de faixa de servidão de linhas de transmissão de energia elétrica no Estado do Rio de Janeiro, no trecho entre Barra Mansa e o Rio de Janeiro.
Segundo esse estudo, o tempo de viagem entre São Paulo e o Rio de Janeiro seria de 130 minutos, com os trens trafegando a uma velocidade média de 330 km/hora. Nos períodos de pico seriam ofertados serviços com intervalo de 15 minutos, integrando uma oferta diária de 88 trens diariamente entre São Paulo e Rio de Janeiro.
Mais recentemente, um novo estudo propôs a implantação de uma ligação de 403 km operada por trens com velocidade comercial de 285 km/h, estabelecendo um tempo de viagem de aproximadamente 85 minutos, com intervalo de 15 minutos entre as composições, sendo oferecidos 110 horários diários. Não estavam previstas paradas intermediárias entre as metrópoles do Rio de Janeiro e SãoPaulo.
Para definir a melhor forma de implantação dessa ligação ferroviária, o Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social - BNDES foi incumbido pelo governo federal à definir como será a modelagem desse serviço.
Essa ligação se constituirá numa alternativa de alta confiabilidade operacional na conexão entre os dois maiores aglomerados urbanos do país, assegurando um tempo de conexão constante, independente das condições climáticas ou do tráfego entre as duas capitais, atendendo também algumas paradas intermediárias em seu percurso, em pontos que não comprometam a competitividade e o bom desempenho operacional do sistema.
Para assegurar a competitividade desse meio de transporte perante outras alternativas, espera-se que o tempo de viagem entre seus extremos não seja superior ao tempo total de deslocamento atualmente gasto no modo aeroviário nessa ligação, considerando aí os tempos de chegada e saída dos aeroportos.
Para a maior eficiência dessa ligação, seus terminais deverão estar plenamente conectados com as redes locais de transporte sobre trilhos (metrô e trem metropolitano), disponibilizando aos usuários fácil acesso aos centros urbanos das capitais conectadas.
Da mesma forma, essa ligação deverá apresentar plena conectividade a outros eixos sobre trilhos a ela associada, como os atendimentos á região metropolitana de Campinas – a terceira em importância do país – e aos atendimentos complementares dos aeroportos de Cumbica e Viracopos.
Fonte: Agência de Desenvolvimentos de Trens Rápidos entre Municípios.